domingo, 5 de fevereiro de 2012

"ESTE CAPITALISMO LOUCO NÃO É VIÁVEL", Jorge Sampaio

Nas andanças por Portugal e fazendo a leitura de alguns jornais e revistas, a EXPRESSO de 30 de dezembro de 2011, chamou-me à atenção não somente a manchete da revista, na entrevista que Jorge Sampaio deu a jornalista Clara Ferreira Alves, com fotografias de Jorge Simão, quando sem medir palavras, afirma que "Este capitalismo louco não é viável".
A excelente entrevista feita pela jornalista Clara Ferreira, conseguiu tirar dele, que quando encerrada a Presidência, teve dois convites das Nações Unidas; uma de Kofi Annan - para ser um enviado especial do secretário-geral da ONU, na Luta Contra a Tuberculose, e um outro, para ser o alto representante para a Aliança de Civilizações. Mesmo tendo acabado de chegar de Doha, Qatar, onde se realizou o Fórum da Aliança de Civilizações, com a presença de muita gente importante do mundo, Ministros e muitos Chefes de Estado e como disse, cansado e sem um minuto livre, conseguiu ter energia suficiente para as tarefas de que gosta, o que particularmente, achei a declaração de uma singeleza sem precedentes. Na mesma entrevista, ficamos sabendo que ele subiu a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, sem segurança, porque a polícia recusou responsabilizar-se pela sua ousadia. Na favela, conversou com tuberculosos, foi de casa em casa, com o mapa da tuberculose da favela, na igreja do lugar, com um padre português - recordações que a jornalista não deixou escapar e fez parte do seu material, Falando ainda de Portugal, país que foi Presidente da República, da pobreza e privação do seu povo.  Está atento para a situação aflitiva reinante. Tem uma longa carreira política e nunca imaginou que Portugal fosse chegar na situação ameaçadora como a que está. Enfatizou "estar relativamente surpreendido pela maneira militante como o receituário está aplicado para o seu país, o que o prevê. Também nunca havia pensado que Portugal tivesse que ficar tão dependente de credores. Uma de suas sínteses diz "Parece que não temos escolha entre uma austeridade que nos sufoca e mata a economia e a saída do euro. Segue dizendo: "Na Grécia, há muita gente que quer sair do espartilho". Pior será sempre a saída do euro. A Grécia é um caso de absoluto dramatismo, de rutura social completa e de insuficiência de partida - impostos que não se pagam, etc. Fala da estima que tem pelo povo grego e aborda completa que "estamos num contexto econômico, financeiro e social que é dominado por uma ideologia e por isso as receitas disponíveis são sempre as mesmas; não me admiro que a receita tradicional, elevada ao expoente máximo, seja a receita que é. Esse pedaço, achei meio complicado e ai ele fala do neoliberalismo, abordando a sua surpresa ao receituário e como ele é aplicado. É um longo trecho essa abordagem, mas que elucida e dizendo que "o Estado é o lado mais vulnerável" de toda a crise. Não é viável para os pobres, é muito viável para os agentes superiores do sistema. A corrupção prejudica gravemente a economia. Acha que o combate à corrupção é um ponto central da reforma da justiça ? Não é. E o povo português é complacente para com ela. Elege, acha graça...esgota os limites de tolerância. Continuei lendo a entrevista, querendo saber e buscar, os motivos ou parte dele, para a crise que se instalou na Europa e que não é sentida nas ruas, nas lojas, nos aeroportos e hotéis - sempre cheios e com muita gente gastando e comprando e os governos dizendo que a "coisa tá preta". Citou que a ideologia dominante conseguiu vender com grande sucesso a ideia de que o Estado é a fonte de todos os males, o interesse público, e que as privatizações são o motor do progresso - é um pensamento, que tem que ser considerado. Será que há forças tão grandiosas dos agentes para modificar a situação, com a criação de estruturas evidenciadas; pode colocar em risco os sistemas já existentes, faço a pergunta "cá para os meus botões". Indo além, citou que existe um fator novo no século XXI, o anseio de democracia, de liberdade e de participação, como se viu no Egito. Mas existe um elemento quase sempre descurado pelo idealismo político, e a aspiração democrática que é a pobreza. Preocupado disse "e o que se faz com as estruturas que trabalham com os pobres ou emergem dos setores mais pobres e ganham as eleições; aconteceu no Egito, aconteceu na Argélia.... Isso significa aceitar os resultados do Hammas em Gaza?  pergunta a repórter. Significa, diz o ex-presidente. A finança domina por causa da ausência de política e de uma unidade monetária perfeita. Preocupá-mo-nos de mais com a eficiência e menos com a solidariedade, enfatizou.Chamou-nos a atenção o que disse do encontro em Doha, onde desvendou-se um relatório sobre o que os europeus pensam dos árabes e vice-versa. Eles(os árabes) acham que somos muito gananciosos. Só pensamos em faturar à custa deles. Quase no final salientou que "as sociedades não têm tempo. O sistema financeiro não dá tempo à economia. Muita gente nova, assim que o fulgor da praça Tharir se apagou, desinvestiu, não quis organizar-se politicamente. Fazer o trabalho de sapa. O Facebook não é um partido, Portugal teve a ajuda de muita gente, incluindo os alemães e a Fundação Friedrich Ebert, que fizeram a pedagogia da democracia, não deveríamos nós agora, em vez de olhar só para o umbigo europeu, fazer essa pedagogia.(ajotage/Fev 2012).

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

GLOBALIZAÇAO, Pode estar sendo desglobalizada.

O mundo de hoje é bem diferente do mesmo mundo de 10/15 anos atrás. Vivemos ainda na era da chamada "globalizaçao", só que não a mesma de anos passados. Há uma desarrumação  conceitual que os economistas mais estudiosos, não conseguem chegar a conclusão alguma - os palpiteiros estão por toda a parte e cada um diz as bobagens que lhes vêm a cabeça, possivelmente com preocupações outras, que fogem do âmago do problema. Nos EUA a crise após o 11 de setembro e o desastre econômico após 2008, ficaram pra trás e todos ficaram focados no avanço da economia chinesa e, logo em seguida, o mundo se viu diante da chamada "crise européia", iniciada com os desacertos da Grécia, mostrando aos quatro cantos, que não se faz um canoa com qualquer árvore - madeira. Não bastasse os imbróglios envolvendo os governantes de lá, a estrutura da CEE, cujas regras não foram seguidas, veio á tona os desajustes de Portugal, Espanha, Itália e logo em seguida, para a surpresa de todos, da própria França - a queridinha da Europa e o orgulho do mundo pelo seu charme e distinção! Enfim, algo começou a acontecer, no campo de mudanças, estruturais por enquanto, mas que tem muito mais para aparecer e se apresentar, mostrando que todo o processo de globalizaçao, está sofrendo e muito pela falta de controle orçamentário, planejamento estratégico  entre outros ensinamentos não seguidos ou mesmo pela falta de não fazer o dever de casa.(ajotage)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

FUTURO DA EUROPA x FÓRUM GLOBAL

O ano de 2012 está começando e creio que o momento e futuro europeu, tem levado muita gente a se perguntar o porquê da crise do Euro, da crise dos países signatários e membros da chamada Comunidade Econômica Européia. Pessoalmente, presenciamos a preocupação de alguns países membros e envolvidos na crise. Portugal, chamado por longos anos do primo pobre europeu, realmente mudou bastante nos últimos12/15 anos, quando lá estivemos - hoje, novas estradas, com velocidades até então inimagináveis, nova hotelaria, crescimento e melhora do metropolitano e trens multi direcionais, novas moradias, um crescimento grandioso dos restaurantes e casas de shows e adegas - o turismo como porta aberta para o crescimento econômico-financeiro da República Portuguesa. Diante desse quadro positivo, temos o reverso da moeda - o seu povo,  o povo português e suas famílias, não estão mais dormindo tranquilamente - há uma preocupação constante com os preços e custos de tudo, que não param de crescer e surpreender, enquanto os ganhos salariais ou cada dia compram menos, são reduzidos, mesmo com a carga horária de trabalho aumentada - uma distorção, segundo o que constatamos, trazendo tormentos nunca pensado no tempo do Escudo, moeda que deixou de circular com a nova adesão à CEE. Perguntam sempre "onde vai parar tudo isto", com o desemprego batendo à porta de cada cidadão. Os espanhóis, também, apesar de estarem mais bem conscientes da sua condição no hemisfério, têm a mesma preocupação, numa dosagem ou escala menor,  estão ansiosos e preocupados com o futuro, prometendo e tentando greves de alguns setores da economia, nem sempre bem sucedidas - o governo central, pressionado pelos gerentes da economia européia, forçando sempre uma desaceleração dos preços, redução dos bônus salariais e gratificações à executivos e cortando ainda a distribuição dos lucros aos proprietários dos negócios e seus executivos, gerando desmotivação, segundo alguns, para diversos seguimentos daquela economia. A Itália, estando também inserida nessa mesma comunidade, vem, com folga, reluzindo os seus louros, após a saída do seu Primeiro Ministro Berlusconni, que pouca reação teve quando da manifestação para a sua saída. A onda de descontos e queima de estoques é uma realidade em Portugal, Espanha e Itália, assim como na França de Sarkozy. Vimos e sentimos nitidamente, que desses quatro países, a França parece estar mais forte, mesmo depois de perder um dos A, na pontuação de risco.O noticiário desses países não disfarçam que o grande comando das operações tem uma mulher à frente, a Primeira Ministra Angela Merkel, da Alemanha, que tem tido como aliado permanente o Presidente da França, não sabemos, todavia, os objetivos dessa união, com discursos sempre modulados por ela e com a aprovação de Sarkozy. Esperamos que após o desfecho final do Fórum Global de Davo, na Suíça, algo de novo seja mostrado, inclusive com orientações de procedimentos no campo dos orçamentos de cada nação, austeridade nos números, com decisões que reúnam a verdadeira vontade da Comunidade do Euro.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

DESABAMENTO NO RIO

Quando o mar não está pra peixe, tudo pode acontecer. O Rio de Janeiro, agora sofre mais uma tragédia - caiu um prédio, ou melhor, foram três ao mesmo tempo, que desabaram e tivemos a sorte da ocorrência não ter sido mais cedo - os prédios, tinham gente, mas nem tanto. Até agora, segundo o O Globo e a Globo News, 5 pessoas perderam a vida e dezenas estão feridas e internadas em hospitais. O Prefeito da Cidade Maravilhosa, foi imediatamente ao local e lá ficou quase a madrugada toda. Mais um baque para o Rio que brevemente estará  sediando Olimpíadas e Copa do Mundo. Vamos torcer para que não hajam mais vítimas. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A ECONOMIA EUROPÉIA E SUAS NUANCES

Até parece que a Europa realmente vem sofrendo com os reflexos da debandada de Wall Street em 98. As incertezas do cenário mostrado ao mundo, com economias combalidas, naturalmente refletindo dos orçamentos de países em desenvolvimento e todos os chamados Brics, criando com isto, expectativas que desnorteiam as previsões e os orçamentos de cada nação. O factual descontrole, alardeado por alguns países interessados em sua sobrevivência, dão-nos a clara certeza que o mundo atual é como o ser humano, que nasce sozinho, vive em sociedade e dela é dependente, mas morre sozinho, só ficando na dependência do mundo aculturado na sua derradeira hora de despedida do mundo dos vivos, o seu funeral.
De passagem por países como Portugal, Espanha, Itália e França, o que vem sendo alardeado não parece condizer com a realidade - dessas nações, pareceu-me que Portugal, seria o país com menores condições de soerguer-se da chamada crise econômica, no entretanto, não vi de perto, tanta desgraça, como dizem. A nação já não é a mesma de 10/12 anos atrás. Há uma estrutura hoteleira melhor, novas estradas, os aeroportos reestruturados e o povo em outras condições de vida - perguntava-me sempre: onde está a crise?
A Espanha, com a sua capital Madrid muito mais viril e explendorosa, com um turismo atuante, novos restaurantes e hotéis, muito americanizada - com todas as "grifes" do tio Sam se fazendo presente em quase todas as partes. Barcelona de hoje pode-se dizer que é um recanto também do que há de mais moderno pelo mundo afora, acrescentando-se ser o celeiro do futebol espanhol e europeu, quiçá mundial, além de estar entrando com tudo na design e na moda. A Roma, capital italiana, pelo menos no seu miolo, pouco mudou. Sentimos que os italianos estão mais preocupados do que os espanhois com a sua vida do dia a dia. Preços altíssimos, em tudo, inclusive na alimentação; moradia nem se fala. A Paris de Sarkozy, par constante de Angela Merkel, na suposta defesa dos interesses da CEE, como sempre, soltando suas plumas e seus paêtes, demonstrando a sua pujança e discernimento para condução dos negócios, mesmo diante da suposta crise. Os seus monumentos como a Torre Eifell, Museu do Louvre, a Torre de Montparnasse, os passeios pelo Sena de Batobus, o Lido, seus bairros como St. Germain de Pré, St. Michel e Quartien Latin, com a Sorbonne do lado, oferecem o que tem de melhor da Paris, com preços quase que proibitivos para muitas nações. As lojas da Galeria Lafayete são outra atração à parte - cheias e com muitas promoções. Além do Louvre, outras atrações continuam a merecer a presença do povo comum como dos mais aculturados, como museus de artes e as ruas onde a pobreza fica como que objeto desconhecido, como é o caso da St.Honnoré, com suas lojas mais sofisticas de moda, de arte e design. Não ví de perto o que vem sendo manchete dos jornais do mundo toda - a crise econômica, muito embora, haja uma preocupação com essa comunidade (CEE) de como continuará praticando os preços estratosféricos de quase toda a zona do Euro e o seu futuro. Podemos dizer e sentir que há uma bolha no ar, não sabemos de onde; acreditamos, pela nossa vivência americana, que a falta de uma política mais séria e detalhista, onde o orçamento e planejamento não dever ser só uma retórica, mas a expressão da verdade do que está acontecendo, principalmente para a garantia do futuro.(ajotage)

domingo, 11 de dezembro de 2011

SEGUIDORES E A RECEITA NÃO PRESCRITA

O homem nasce e logo vão dizendo o que ele será amanhã. Começam já dando-lhe nome, que nem sempre é o do agrado e da vontade dos pais, pelo menos um dos dois discorda do nome dado, não por não terem pesquisado, muito pelo contrário, na maioria das vezes,  foram até a exaustão para se chegar a um determinado nome. Comecei divagando, sem entrar em detalhes, depois de passar quase três meses fora do Brasil, meu país de nascimento, que tenho o maior orgulho de ter sido acolhido neste solo. numa data que não foi por acaso, apesar do nascimento ter-se dado em casa de meus avós maternos, exatamente na rua das Oficinas, no Engenho de Dentro, subúrbio do Rio de Janeiro e, um dos ramais da Rede Ferroviária Federal, hoje local e dependências do Estádio de Futebol João Havelange, mais conhecido como "Engenhão". Deixando tudo isso para trás, sem continuar divagando, o retorno ao país do nascimento, educação, dos pais e avós, dos amigos e parentes de uma maneira geral, quase sempre  dão-nos uma a sensação de volta à barriga da mãe; pelo menos é o sentimento que tive quando da aeronave, avistara o solo brasileiro, solo carioca muito principalmente desta vez, não mo perguntem porquê, mas foi a sensação sentida. Aportando ao acesso, já dentro do aeroporto, deparei-me com uma fila enorme para a entrega e conferência dos documentos exigidos pelas autoridades brasileiras, inclusive o passaporte e, para a nossa surpresa, depois de mais de onze horas de vôo de Houston, Texas ao Rio de Janeiro, ter de enfrentar aquela fila enorme, aparentemente sem explicações, uma vez que o país, já nos próximos anos, irá sediar um evento importante como a Copa do Mundo de Futebol, da Fifa e logo em seguida, os Jogos Olímpicos, do COI e considerados o "top" do desporto mundial. Indo direto ao assunto, a fila foi provocada pela chegada simultânea de três vôos do exterior, um de Atlanta, Georgia, outro de Miami e o meu, num intervalo de um minuto, ocasionando, segundo o pessoal que realiza a recepção de chegadas, aquela quase tumultuada volta pra casa. Enfrentada e passada a fila, depois de muitas horas dentro de um avião, a natural vontade de ir ao banheiro, que quando saímos daqui, 3 meses antes, a melhoria dos mesmos era natural pelos eventos a serem enfrentados pelo País e co-ciceroneado pelo Estado do Rio de Janeiro.  Ledo engano e  surpresa. O banheiro da chegada, de qualquer mortal, não só não era igual há dez anos atrás, como não oferecia qualquer conforto - três locais esmirrados para se urinar, três latrinas nas mesmas condições e, sem uma adequada  para uso de deficiente físico. Após urinar, fomos lavar as mãos, onde só existiam duas pias, bem antigas e com água escassa e em quantidade não controlada e para finalizar, buscamos o recipiente para toalha de papel, que estava vazia. A sensação é deprimente, principalmente para as chegadas de muitos estrangeiros, que se aglomeravam no interior do pequeníssimo espaço chamado "banheiros", que saiam dali reclamando, com razão, da insensatez de depois de mais de 11horas, não ter nem um banheiro decente para fazer suas necessidades, o que não acontece nem nos  mais longinquas lugares dos Estados Unidos e outros lugares da Europa. O nossa cartão de visita é aquele que tem tudo a ver com uma "receita não prescrita", deixando os seguidores com a sensação de terem tomado o remédio errado; é o nosso "boas vindas", que os governantes, acostumados com outros lugares, não tiveram o cuidado de oferecer, mesmo diante das exigências da Fifa COI e  tudo mais. Lamentável e triste constatação, para um Brasil que merece mais respeito por parte dos seus governantes, afinal aqui é a sua terra e a sua Pátria, ou não é ? (ajotage2011) 

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

KADHAFI, MORTO POR EXECUÇÄO ?

Foi uma semana terrível essa da notícia da morte de Muammar Kadhafi, o todo poderoso da Líbia.
Tirano, ditador, assassino, foi chamado de tudo, mas ficou no poder durante 42 anos e até parecia que era amado e respeitado por seu povo.
Tudo na região começou com a queda de Saldam, passando para a de Mubarac, após o povo egípcio ter ido para a praça, em frente ao Palácio  Governamental, e ter conseguido, após longos dias, tirá-lo. Outras manifestações insurgentes aconteceram nos países fronteiriços, também aí estava a Líbia, cujo povo clamava por mudanças, como nos demais, onde os governantes caíram.
Não demorou muito e com a ajuda da OTAN, com bombardeio e ajuda aos rebelados, as cidades da Líbia foram caindo uma a uma, e Kadhafi e seus filhos desmentiam. Não adiantou, e no dia 20 de Outubro de 2011, acabou-se. Ainda não muito bem explicado, Kadhafi que estava desaparecido há alguns dias, já com o governo tomado pelos Rebeldes, foi morto e e o seu corpo, juntamente com o do seu filho mais velho, foram mostrados por todos os veículos televisados, com imagens da TV Al Jazeera.  Não deixavam dúvida. Kadhavi já não existia mais e a Líbia, amanheceu o dia 21 de Outubro com nova esperança de construir um novo Estado, mais livre e humano.