Até parece que a Europa realmente vem sofrendo com os reflexos da debandada de Wall Street em 98. As incertezas do cenário mostrado ao mundo, com economias combalidas, naturalmente refletindo dos orçamentos de países em desenvolvimento e todos os chamados Brics, criando com isto, expectativas que desnorteiam as previsões e os orçamentos de cada nação. O factual descontrole, alardeado por alguns países interessados em sua sobrevivência, dão-nos a clara certeza que o mundo atual é como o ser humano, que nasce sozinho, vive em sociedade e dela é dependente, mas morre sozinho, só ficando na dependência do mundo aculturado na sua derradeira hora de despedida do mundo dos vivos, o seu funeral.
De passagem por países como Portugal, Espanha, Itália e França, o que vem sendo alardeado não parece condizer com a realidade - dessas nações, pareceu-me que Portugal, seria o país com menores condições de soerguer-se da chamada crise econômica, no entretanto, não vi de perto, tanta desgraça, como dizem. A nação já não é a mesma de 10/12 anos atrás. Há uma estrutura hoteleira melhor, novas estradas, os aeroportos reestruturados e o povo em outras condições de vida - perguntava-me sempre: onde está a crise?
A Espanha, com a sua capital Madrid muito mais viril e explendorosa, com um turismo atuante, novos restaurantes e hotéis, muito americanizada - com todas as "grifes" do tio Sam se fazendo presente em quase todas as partes. Barcelona de hoje pode-se dizer que é um recanto também do que há de mais moderno pelo mundo afora, acrescentando-se ser o celeiro do futebol espanhol e europeu, quiçá mundial, além de estar entrando com tudo na design e na moda. A Roma, capital italiana, pelo menos no seu miolo, pouco mudou. Sentimos que os italianos estão mais preocupados do que os espanhois com a sua vida do dia a dia. Preços altíssimos, em tudo, inclusive na alimentação; moradia nem se fala. A Paris de Sarkozy, par constante de Angela Merkel, na suposta defesa dos interesses da CEE, como sempre, soltando suas plumas e seus paêtes, demonstrando a sua pujança e discernimento para condução dos negócios, mesmo diante da suposta crise. Os seus monumentos como a Torre Eifell, Museu do Louvre, a Torre de Montparnasse, os passeios pelo Sena de Batobus, o Lido, seus bairros como St. Germain de Pré, St. Michel e Quartien Latin, com a Sorbonne do lado, oferecem o que tem de melhor da Paris, com preços quase que proibitivos para muitas nações. As lojas da Galeria Lafayete são outra atração à parte - cheias e com muitas promoções. Além do Louvre, outras atrações continuam a merecer a presença do povo comum como dos mais aculturados, como museus de artes e as ruas onde a pobreza fica como que objeto desconhecido, como é o caso da St.Honnoré, com suas lojas mais sofisticas de moda, de arte e design. Não ví de perto o que vem sendo manchete dos jornais do mundo toda - a crise econômica, muito embora, haja uma preocupação com essa comunidade (CEE) de como continuará praticando os preços estratosféricos de quase toda a zona do Euro e o seu futuro. Podemos dizer e sentir que há uma bolha no ar, não sabemos de onde; acreditamos, pela nossa vivência americana, que a falta de uma política mais séria e detalhista, onde o orçamento e planejamento não dever ser só uma retórica, mas a expressão da verdade do que está acontecendo, principalmente para a garantia do futuro.(ajotage)
De passagem por países como Portugal, Espanha, Itália e França, o que vem sendo alardeado não parece condizer com a realidade - dessas nações, pareceu-me que Portugal, seria o país com menores condições de soerguer-se da chamada crise econômica, no entretanto, não vi de perto, tanta desgraça, como dizem. A nação já não é a mesma de 10/12 anos atrás. Há uma estrutura hoteleira melhor, novas estradas, os aeroportos reestruturados e o povo em outras condições de vida - perguntava-me sempre: onde está a crise?
A Espanha, com a sua capital Madrid muito mais viril e explendorosa, com um turismo atuante, novos restaurantes e hotéis, muito americanizada - com todas as "grifes" do tio Sam se fazendo presente em quase todas as partes. Barcelona de hoje pode-se dizer que é um recanto também do que há de mais moderno pelo mundo afora, acrescentando-se ser o celeiro do futebol espanhol e europeu, quiçá mundial, além de estar entrando com tudo na design e na moda. A Roma, capital italiana, pelo menos no seu miolo, pouco mudou. Sentimos que os italianos estão mais preocupados do que os espanhois com a sua vida do dia a dia. Preços altíssimos, em tudo, inclusive na alimentação; moradia nem se fala. A Paris de Sarkozy, par constante de Angela Merkel, na suposta defesa dos interesses da CEE, como sempre, soltando suas plumas e seus paêtes, demonstrando a sua pujança e discernimento para condução dos negócios, mesmo diante da suposta crise. Os seus monumentos como a Torre Eifell, Museu do Louvre, a Torre de Montparnasse, os passeios pelo Sena de Batobus, o Lido, seus bairros como St. Germain de Pré, St. Michel e Quartien Latin, com a Sorbonne do lado, oferecem o que tem de melhor da Paris, com preços quase que proibitivos para muitas nações. As lojas da Galeria Lafayete são outra atração à parte - cheias e com muitas promoções. Além do Louvre, outras atrações continuam a merecer a presença do povo comum como dos mais aculturados, como museus de artes e as ruas onde a pobreza fica como que objeto desconhecido, como é o caso da St.Honnoré, com suas lojas mais sofisticas de moda, de arte e design. Não ví de perto o que vem sendo manchete dos jornais do mundo toda - a crise econômica, muito embora, haja uma preocupação com essa comunidade (CEE) de como continuará praticando os preços estratosféricos de quase toda a zona do Euro e o seu futuro. Podemos dizer e sentir que há uma bolha no ar, não sabemos de onde; acreditamos, pela nossa vivência americana, que a falta de uma política mais séria e detalhista, onde o orçamento e planejamento não dever ser só uma retórica, mas a expressão da verdade do que está acontecendo, principalmente para a garantia do futuro.(ajotage)

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