domingo, 4 de novembro de 2012

PODEMOS ACREDITAR NO AMANHÃ ?

O mundo atual é um tremendo quebra-cabeças. Sem motivo aparente, até que não. As notícias vigentes, sem sabermos se são confiáveis, dão conta que no próximo dia 21 de dezembro de 2012, ou seja, daqui a um pouco mais de um mês, segundo o Povo Maia, desapareceremos do mapa, ou seja, o mundo atual, vai acabar. Vejo na TV uma longa matéria não sobre o fim de tudo, mas do derretimento das geleiras, da diminuição da Antártica, pelo derretimento do gelo, é claro. Outras teorias, levantam uma outra forma de fim do mundo - através de choque de um grande meteoro contra o nosso planeta terra, como ocorrera quando do desaparecimento dos Dinossauros - A Era dos Dinossauros, mudou tudo, mudou a vida aqui na terra quase que por completo.
Estamos a todo instante nos perguntando: Esses fenômenos podem acontecer ? Existe a possibilidade de estarmos no limiar do fim de tudo ?  Vivemos a todo instante diante dessa possibilidade ou a estamos demasiadamente "estressados" com o mundo que criamos, com a sociedade em que vivemos ?
As cidades cresceram e com elas, os desafios constantes de toda ordem. Uma pergunta nos fazemos quase que diariamente: "podemos acreditar no amanhã tranquilo" - o mesmo do que foi ontem e o que foi hoje ? Realmente não sabemos. Tudo pode ser fruto da nossa imaginação, será ?  Muitas são as interrogações.
Os sinais de toda a ordem, nos coloca de orelhas em pé. Sim, os sinais estão presentes no nosso dia a dia, no cotidiano de cada um de nós. A mudança do clima, os vendavais seguido de tornados, muitos sem nenhuma explicação. Não bastasse todos os fenômenos da natureza, estando inserido aí os terremotos e as destruições pelo alagamento e as precipitações climáticas - frio, com chegadas de calor sem mais nem menos. É a tônica dos nossos dias; na sociedade como um todo, atingindo a própria célula principal, tão venerada no passado não muito distante, a família, em nossos dias recebe ingredientes impensáveis de dez anos atrás. Não há mais respeito, nem mesmo aos pais, irmãos e avós - para não chegarmos a outros grupos de convivência, seria o caos!
As crianças de agora, não brincam mais como as do meu tempo, por ocaso. Os brinquedos hoje são eletrônicos e caminham para os cibernéticos - nos perguntamos: onde vai parar tudo isso ?
Assim, diante dessa realidade que existe e está presente, não foi inventada, nos perguntamos: "Podemos acreditar no amanhã" ?

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