Chegamos a 2012 com mudanças as mais dantescas mas nunca imagináveis. Nos Estados Unidos, após os atropelos econômico-financeiro de 2008, com desemprego chegando a níveis preocupantes, associado ao desempenho rural não menos agregador, vimos pela primeira vez um negro assumir a Presidência da América e se reeleger para mais quatro anos. Só o foi, podemos afirmar, que quando lá chegou, pelo sufrágio universal, o voto, recebera um país atolado em todo o tipo de dificuldades e problemas, sendo o mais grave, os desacertos das entidades financeiras e bancárias entre 2006/2008. Obama, com paciência e obstinação, conseguiu dar mais alento ao povo e a sua nação - foi dificílimo, mas devagarinho, como diz a letra de uma das nossas músicas, vem conseguindo.
A Europa por sua vez, principalmente a chamada "zona do euro", os problemas vêm se avolumando - desemprego, redução salarial ou perda substancial dos ganhos e o pior de tudo, o descontrole de cada país por parte dos seus administradores econômico-financeiro - aí a uma só voz, o povo foi as ruas gritar por melhores dias, ou pelo menos, a manutenção do "statos quo" de até então - emprego, salário, comida na mesa, o que de repente começara a escorregar. Dos países membros, o que mais foi para as ruas protestar foi a Grécia - um dos "berços da nossa civilização", que com o descontrole da nova moeda, o Euro, viu-se diante de muitos entraves no rumo da sua caminhada. Não ficou atrás a Espanha e Portugal, muito embora, os portugueses não terem conseguido levar totalmente a efeito as orientações de Bruxelas, Controlador da Zona do Euro, saiu-se bem melhor que a Espanha, onde o desemprego e as quebradeiras se tornaram mais notórias. Até aqui, mesmo com a onda avassaladora dos insatisfeitos com os desequilíbrios, estão todos respirando e tocando a vida adiante.
No Brasil, o que parecia impossível, virou possível, o Supremo Tribunal Federal, sob o comando do Ministro Ayres Britto e a inestimável ajuda e participação do também Ministro Joaquim Barbosa, na Relatória, conseguiu estabelecer penas para os que infringiram as Leis do país, quando desfrutando de Poderes Constitucionais, com garantias individuais inclusive. Quebrou-se um "tabu" e não veremos nesse caso, o seu final virar "pizza". O brasileiro sentiu a importância do STF e da força da nossa justiça maior.
Depois de todos os ditos e escritos, volto ao assunto principal da postagem, que é o "Livro como Disseminador" e, explico o porquê: Sem ele, não teríamos chegado aos resultados alcançados pela nossa casa máxima da Justiça, o STF.
Considero o LIVRO como essencial, além de ser um instrumento da cultura e da difusão de ideias, ajudando o "homem" a se desenvolver, a criar e a repassar conhecimentos. Além de transmitir conhecimento, sempre melhorando-o, leva a todos, sem distinção e pátria, no tempo devido, a condensação e a acumulação desse mesmo conhecimento. Podemos afirmar que a palavra escrita, venceu o tempo e ultrapassou as fronteiras, mostrando com suas conquistas, espaços aonde o homem queria chegar. Estava nessa trajetória, a difusão e os escritos de nossos antepassados como Horácio, Heródoto e Homero, sem o que não chegaríamos ao desenvolvimento alcançado até os nossos dias.(ajotage2012)
A Europa por sua vez, principalmente a chamada "zona do euro", os problemas vêm se avolumando - desemprego, redução salarial ou perda substancial dos ganhos e o pior de tudo, o descontrole de cada país por parte dos seus administradores econômico-financeiro - aí a uma só voz, o povo foi as ruas gritar por melhores dias, ou pelo menos, a manutenção do "statos quo" de até então - emprego, salário, comida na mesa, o que de repente começara a escorregar. Dos países membros, o que mais foi para as ruas protestar foi a Grécia - um dos "berços da nossa civilização", que com o descontrole da nova moeda, o Euro, viu-se diante de muitos entraves no rumo da sua caminhada. Não ficou atrás a Espanha e Portugal, muito embora, os portugueses não terem conseguido levar totalmente a efeito as orientações de Bruxelas, Controlador da Zona do Euro, saiu-se bem melhor que a Espanha, onde o desemprego e as quebradeiras se tornaram mais notórias. Até aqui, mesmo com a onda avassaladora dos insatisfeitos com os desequilíbrios, estão todos respirando e tocando a vida adiante.
No Brasil, o que parecia impossível, virou possível, o Supremo Tribunal Federal, sob o comando do Ministro Ayres Britto e a inestimável ajuda e participação do também Ministro Joaquim Barbosa, na Relatória, conseguiu estabelecer penas para os que infringiram as Leis do país, quando desfrutando de Poderes Constitucionais, com garantias individuais inclusive. Quebrou-se um "tabu" e não veremos nesse caso, o seu final virar "pizza". O brasileiro sentiu a importância do STF e da força da nossa justiça maior.
Depois de todos os ditos e escritos, volto ao assunto principal da postagem, que é o "Livro como Disseminador" e, explico o porquê: Sem ele, não teríamos chegado aos resultados alcançados pela nossa casa máxima da Justiça, o STF.
Considero o LIVRO como essencial, além de ser um instrumento da cultura e da difusão de ideias, ajudando o "homem" a se desenvolver, a criar e a repassar conhecimentos. Além de transmitir conhecimento, sempre melhorando-o, leva a todos, sem distinção e pátria, no tempo devido, a condensação e a acumulação desse mesmo conhecimento. Podemos afirmar que a palavra escrita, venceu o tempo e ultrapassou as fronteiras, mostrando com suas conquistas, espaços aonde o homem queria chegar. Estava nessa trajetória, a difusão e os escritos de nossos antepassados como Horácio, Heródoto e Homero, sem o que não chegaríamos ao desenvolvimento alcançado até os nossos dias.(ajotage2012)

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