O QUE SE PASSA E QUAL O PENSAMENTO DOS PORTUGUESES:
Como já nos pronunciamos a respeito, buscamos constantemente e por todos os redutos possíveis, as causas da insatisfação e do desequilíbrio econômico-financeiro na zona do euro. Pareceu-me fácil em princípio, mas encontramos todo o tipo de manifestaçao, inclusive com os "blogues" postados pelos chamados "experts" no metier - muitos buscando simplesmente a notícia sobre os problemas, outros rebuscam o que lêem, inspirando-se com o que leram e a partir dai, elaboram explicativos ou mesmo um conjunto de ações, mas nunca, tentando buscar o âmago da crise, suas causas e precedentes. Claro que quando buscamos as causas de qualquer assunto, significa a vontade de elucidar o quadro ou a fotografia do momento. O Expresso, jornal português, interessado no assunto, busca com a sua equipe de jornalistas e especialistas, os motivos para o grande clamor europeu quanto as incertezas para o ano que acaba de iniciar, 2012, as suas incógnitas e, até mesmo o que fora previsto, vaticinado, no chamado Ano do Dragão e concluíram que 2011 não foi tao ruim como pareceu. Passado o ano, agora velho, chegaram ao consenso que o que ora se inicia deverá ser mais complicado. Os "slogans" vão do pensamento "devagar se ai ao longe". elaborado pelo banco BPI, induzindo que poupar é o caminho, por ser mais fácil. Nicolau Santos, não faz por menos e escreve que "o nosso horizonte é vermelho", considerando que as ações de empresas governamentais, fomentando uma discussão pelo erro estratégico nas privatizaçoes que considerou inclusive como "decisões ridículas" que detém posições dominantes no mercado, ou seja, têm a garantia de preços regulados e são monopólios naturais e que são cedidas por venda, para os chineses. Conceição Roque da Silveira, também através coluna Cem por Cento do Nicolau Santos, no Expresso, cita que "entre os dedos da desgraça, sem chegar nos ultrapassa. Nunca nada foi diferente! Povo dolente e tudo dormente! Há tanto que começou o tempo da incoerência que eu ardo de impaciência, olhem o louco horizonte, Pum! Ano Novo, é agora ? Bom ano ? Há quem mereça ? Pum! Nevoeiro, caiu a ponte! De quem é essa cabeça ? Foi uma deflagração do sentimento de insatisfação reinante nas cabeças pensantes, inclusive de intelectuais, que conseguem chegar aos longínquos espaços da terra portuguesa. No taxi, o seu motorista, mostra-se cauteloso, mas fala e vai além; não há saída para Portugal nessa crise criada por alguns, melhores posicionados na condição de integrantes da CEE. Continua...a vida está muito cara. Com o que ganhamos, que as vezes não é pouco, não conseguimos pagar as nossas contas; tudo está pela hora da morte - no tempo do escudo era diferente. Meu senhor, não sei onde vamos parar! Só gostaria que a Sra. Angela Merkel, da Alemanha e o Sr. Sarkozy, fizessem as coisas certas, para que tenhamos melhores dias e com mais empregos, que ultimamente, desapareceram - é a nossa realidade, me dizia!
Como já nos pronunciamos a respeito, buscamos constantemente e por todos os redutos possíveis, as causas da insatisfação e do desequilíbrio econômico-financeiro na zona do euro. Pareceu-me fácil em princípio, mas encontramos todo o tipo de manifestaçao, inclusive com os "blogues" postados pelos chamados "experts" no metier - muitos buscando simplesmente a notícia sobre os problemas, outros rebuscam o que lêem, inspirando-se com o que leram e a partir dai, elaboram explicativos ou mesmo um conjunto de ações, mas nunca, tentando buscar o âmago da crise, suas causas e precedentes. Claro que quando buscamos as causas de qualquer assunto, significa a vontade de elucidar o quadro ou a fotografia do momento. O Expresso, jornal português, interessado no assunto, busca com a sua equipe de jornalistas e especialistas, os motivos para o grande clamor europeu quanto as incertezas para o ano que acaba de iniciar, 2012, as suas incógnitas e, até mesmo o que fora previsto, vaticinado, no chamado Ano do Dragão e concluíram que 2011 não foi tao ruim como pareceu. Passado o ano, agora velho, chegaram ao consenso que o que ora se inicia deverá ser mais complicado. Os "slogans" vão do pensamento "devagar se ai ao longe". elaborado pelo banco BPI, induzindo que poupar é o caminho, por ser mais fácil. Nicolau Santos, não faz por menos e escreve que "o nosso horizonte é vermelho", considerando que as ações de empresas governamentais, fomentando uma discussão pelo erro estratégico nas privatizaçoes que considerou inclusive como "decisões ridículas" que detém posições dominantes no mercado, ou seja, têm a garantia de preços regulados e são monopólios naturais e que são cedidas por venda, para os chineses. Conceição Roque da Silveira, também através coluna Cem por Cento do Nicolau Santos, no Expresso, cita que "entre os dedos da desgraça, sem chegar nos ultrapassa. Nunca nada foi diferente! Povo dolente e tudo dormente! Há tanto que começou o tempo da incoerência que eu ardo de impaciência, olhem o louco horizonte, Pum! Ano Novo, é agora ? Bom ano ? Há quem mereça ? Pum! Nevoeiro, caiu a ponte! De quem é essa cabeça ? Foi uma deflagração do sentimento de insatisfação reinante nas cabeças pensantes, inclusive de intelectuais, que conseguem chegar aos longínquos espaços da terra portuguesa. No taxi, o seu motorista, mostra-se cauteloso, mas fala e vai além; não há saída para Portugal nessa crise criada por alguns, melhores posicionados na condição de integrantes da CEE. Continua...a vida está muito cara. Com o que ganhamos, que as vezes não é pouco, não conseguimos pagar as nossas contas; tudo está pela hora da morte - no tempo do escudo era diferente. Meu senhor, não sei onde vamos parar! Só gostaria que a Sra. Angela Merkel, da Alemanha e o Sr. Sarkozy, fizessem as coisas certas, para que tenhamos melhores dias e com mais empregos, que ultimamente, desapareceram - é a nossa realidade, me dizia!

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