Dois assuntos aguçam a minha mente no momento: A crise do euro, ou crise europeia, como queiram. Angela Merkel, da Alemanhã e Sarkozy, da França, procuram a todo o instante a mídia, dando e repassando informações sobre o rumo dos acontecimentos da chamada crise do euro, ou o que o euro tem feito à comunidade econômica europeia. Há uma preocupação cavalar com os rumos das economias dos países membros, não com a economia dos cidadãos. Tudo parece caminhar para o completo desentrosamento deles - países membros - alguns buscando soluções chamadas domésticas e outros nem tanto. O que vale à pena dizer, o que não é nenhum segredo, é relevante saber-se que os números e balanços das nações que congregam a CEE, não batem ou não chegam a um acordo. No entretanto, o que a maioria do povo sente e vê, são os escabrosos e desnorteantes afirmações de alguma das autoridades do bloco, mas que no fundo, procuram tão e simplesmente, defender a a sua pele, ou seja, o seu território; esmagar os outros, dizem que não - estão unidos, perguntamos: será!
Os caminhos são ricos de comentários de economistas e autoridades que estão vivenciando o dia a dia da chamada "zona do euro" e o que vai acontecer com o passar dos dias. Tenho a impressão que pouco ou nada vai dar esse imbróglio todo, levando muita gente a perder o sono e a tranquilidade - pode ser até o fim do mundo, para alguns, é claro. As teorias e profecias, inclusive com teses rocambolescas, estão rolando por aí e não vamos agora, tecer considerações que possam macular ou denegrir a inteligência dos que assistem ou mesmo se manifestam sobre o asunto.
Os caminhos são ricos de comentários de economistas e autoridades que estão vivenciando o dia a dia da chamada "zona do euro" e o que vai acontecer com o passar dos dias. Tenho a impressão que pouco ou nada vai dar esse imbróglio todo, levando muita gente a perder o sono e a tranquilidade - pode ser até o fim do mundo, para alguns, é claro. As teorias e profecias, inclusive com teses rocambolescas, estão rolando por aí e não vamos agora, tecer considerações que possam macular ou denegrir a inteligência dos que assistem ou mesmo se manifestam sobre o asunto.

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