Estamos vivenciando uma sociedade em completa transformação. O que não sabemos, não podendo mesmo avaliar, o que nos espera no futuro, diante de tantas mudanças, até certo ponto, abruptas, não nos dando tempo de pensar - isto mesmo. As mudanças, apesar de não parecerem, foram tantas que o indivíduo, mesmo considerado o "homo sapiens" desde a era interglacial, ou mesmo fase interglaciar, ainda não se deu conta do que realmente está ocorrendo; não houve tempo para planejamento, estudo de casos ou coisa que o valha - chegou devagarzinho e se instalou como se nada tivesse acontecido. Será que Darwin com a sua teoria da evolução, teve o mesmo sentimento que estamos tendo no presente instante ? Pode até ser. Esses desafios chegaram não frontalmente, mas, como disse anteriormente de forma sorrateira, mas com determinação. O que queremos faremos daqui pra frente ? Creio que quase nada! Precisamos sim nos moldar aos "status quo" dos desafios que estão agora inseridos, procurando administra-lo sem subterfúgios, com clareza, oferecendo como ajuda, o legado do que aprendemos como o nosso passado, como forma de verdadeiramente contribuir, para essa novíssima fase da evolução, que queiram ou não, começou há mais de 200 milhões de anos, aqui no nosso planeta.
São desafios grandiosos que modificam a forma de pensar e agir de todos nós. Não há respostas, como muitas perguntas ao longo dos séculos ficaram sem, é notório, que no campo da célula maior que é a família, as demandas de mudança foram substanciais e não devemos ser meros espectadores, mas protagonistas dessa passagem do tempo.
É o próprio Século XXI que está aí e vem dando cartas, obrigando-nos a saber jogar com todos indistintamente, e fazendo parte da própria demanda e mudanças. É um momento muito rico e especial para todos, oferecendo a oportunidade de estarmos vivenciando essa fase grandiosa da nossa civilização, merecedora, inclusive, de extensão sobre as abordagens a respeito.

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