sábado, 24 de janeiro de 2009

PRÉ-CAJU E A ALEGRIA EM TEMPOS DE CRISE

Surpreendeu-me muito a Aracaju de 2009. Sentiá mais vibrante e mais alegre. O progresso é sentido logo na chegada ao aeroporto de Aracaju! Ficou muito anos-luz aquele aeroporto de vinte e cinco anos atrás. Pomposo, sem exageros, o novo prédio que abriga as companhias aérea e todo o aparato para dar suporte as aeronaves, dentro das proporções normais, ganha não só em segurança, como em conforto para todos aqueles que para lá vão, quer para viajar, quer para receber parentes e amigos.Somente um ponto, no nosso entendimento, ficou a desejar: o estacionamento. O mesmo de muitos anos - Aaracaju, já merecia ter um estacionamento mais digno da sua situação geográfica - imprensada entre a Bahia e Alagoas, mas com todas as chances de superá-las.
O visitante sente logo de início a hospitalidade do povo sergipano em Aracaju. Sempre cordiais, alegres e fazendo de tudo para oferecer aos que chegam, um estreitamento da relação. Difícil é dizer aquele que chega, que ele enfrentará alguma dificuldade, o que seria, até normal diante do quadro nacional.
Com muitos lugares para se conhecer, com uma orla bem bonita, uma rede de hotéis e pousadas que realmente dão pró gasto, Aracaju, que neste instante faz o seu Pré-Caju, está de parabéns pelo que nos apresentou, muito embora, saibamos que muita coisa tem que melhorar, inclusive no campo hoteleiro e turistíco, o que de forma alguma, contribui para que os turistas não venham prá cá. joe gazio,Jan 24, 2009.

domingo, 28 de dezembro de 2008

A ETERNIZAÇÃO DO DIZER E DA PALAVRA

Ficaríamos aqui até não quando, pensava eu lá com os meus botões - tempo: sim o tempo; que dita todos os nossos movimentos e ações - tudo em nossa vida; tudo mesmo!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

HOMOSSEXUAIS - CASAMENTO(2)

O assunto está em voga, no entretanto, como me pronunciei na revista Marie Claire, se a favor ou contra o casamento entre homossexuais ? Por quê ?, vai aí, o que havia dito naquela oportunidade, cujo pensamento, ratifico: "Sou favorável à felicidade e sonhos de todos os homens - casamento só entre homem(macho) e mulher(fêmea) - conforme consta dos ensinamentos cristãos. Para pessoas do mesmo sexo que se correlacionam com mais ardor, a lei, deveria estabelecer contrato que garantiria a ambos. Casamento, não.
A liberdade em toda a sua extenção é o bem maior do ser humano, que também tem o direito de ser feliz da maneira que melhor lhe convier. Assim, creio, que nos casos de duas pessoas do mesmo sexo desejarem desfrutar de uma segurança maior, para o futuro ou mesmo diante da sociedade e da leis, faça-se um contrato, com todas as regras pactuadas e que satisfaça aos dois. joe gazio,dez/2008

domingo, 21 de dezembro de 2008

FALANDO DA ANTIGÚIDADE E DE ANTIGAMENTE

Patético falar neste instante sobre o que ocorreu na antigüidade. Depois de passar os olhos no que o Mainardi escreve em seu blog e na Veja, verificamos que ele já está meio de saco cheio de tudo e com certeza num estado que só posso chamar de sofreguidão com o estado das coisas por aqui. Lendo ainda as análises políticas do O Globo, de sentir a insatisfação perene da Lya Luft, sentimos que todos, acham o momento intolerável, mas que nem sempre pode ser dito. Continuo minha leitura de "Minhas Viagens com Heródoto", do polonês Ryszard Kapuscinski(eta nome complicado!), que narra momentos e experiências fantásticas como correspondente internacional da Polônia. Formado em jornalismo na Polônia do pós-guerra, sem dominar o inglês, vai desvendando os mistérios do que vê e escuta, durante as suas andanças. Os mistérios da India; vicenciou o final da política das 100 flores, na China de Mao-Tsé-Tung e o despertar da África, que após 300 anos de submissão ao Novo Mundo, alcançara a liberdade, mesmo com alguns entraves. Não pára por aí, o autor preescruta o que acontecia nos anos 50 e 60 e busca no clássico HISTÓRIA, um calhamaço com mais de 1000 páginas, escrito pelo grego Heródoto, mais de 2500 anos atrás, relato fiel do que acontecera. O jornalista e escritor polonês, vê nos calhamaços HISTÓRIA, uma Grande Reportagem da História do Jornalismo, senão, a maior de todas. A narrativa do início dos conflitos Ocidente x Oriente, séculos antes de Cristo, chamou-lhe atenção ainda a disputa entre Gregos e os Persas - a diversidade de agir e pensar dessas civilizações que ficaram no passado, O já famoso História, acaba servindo de uma espécie de "salva-vidas", diz o escritor. Curioso das coisas do seu mundo, se infiltrou nas camadas sociais por onde andava e passou a conhecer mais os gregos. As constantes indagações que fazia, sempre com uma disposição invejável, ajudava-o na formatação e delineamento das respostas obtidas durante a viagem. Seguia quase à risca, os registros de Heródoto - por onde passava Heródoto, não deixava passar nada, sem fazer uma descrição e narrativa. Se juntava a isso, a sua própria interpretação dos povos por onde passava, sua cultura, sua filosofia e a maneira de se conduzir na política. Assim, na prática e vivenciando os diferentes momentos, formatava o perfil o seu perfil jornalístico. Esse resultado do encontro dos dois mundos, a Antigüidade e o Contemporâneo, conflitam numa narrativa, exemplo disso são os trechos de Thomas Mann, Hemmingway e outros. A sua leitura é antes de tudo uma grande lição de vida e uma Grande Reportagem - uma aula magna de história e ensinamento do que é aventurar-se na busca de resultados. Busca e escolha de trilhas não muito direcionadas, com o risco e o mêdo do desconhecido.
Chego a esse ponto, convicto que a jornada passada muito contribuiu para o pensamento nos nossos dias - por vezes desastrosas e inverossímil. Os relatos do livro, no entanto, serviriam para deixar um legado para o futuro, com o repasse dos ensinamentos e posicionamento dos povos. Hoje, temos a certeza, que Karl Marx, quando reproduzia o seu pensamento sobre Mercado, Trabalho e Liberdade, conhecia as diferenças existentes entre si, criando uma fronteira para a análise das sociedades oprimidas, sem liberdade e oportunidades, mostrando ao homem, a importância da consciência de saber discernir o que pode ser melhor para o próprio homem, para a sociedade e para o estado. O futuro teria que ser mais pensado e dialogado. Pensamentos e ações contrárias ao bem estar de uma sociedade, podem transformar-se num grande exército do mal, perigoso para uma nação, principalmente, se começar dentro da própria pátria.
O poder dominante, dia menos dia, fora desse paradigma, cairá em desgraça, mas o pior, é que todos serão atingidos ficarão quase sem alternativas. Fica bastante claro no seu conteúdo, nos convencendo de tal, que a desigualdade social desenfreada, é maléfica e o seu contraditório é capaz de induzir as massas a deliberarem tomadas de decisão, que podem conduzir a loucuras e desatinos, ferindo mortalmente, os nossos ânseios de igualdade e fraternidade. Por isso, devemos, sempre buscar o entendimento e a solução equilibrada dos conflitos. O nosso mundo contemporâneo, que não fica muito longe dos pensamentos de Kafka, que não relutou em afirmar que "Tudo oferecemos, mas nada confirmamos". Buscamos nos dias de hoje as respostas - respostas que têem que ser aquelas que desejamos; ufanismo, não. Pura realidade. O mundo está saturado de situações confusas e conflitantesm na maioria, impossíveis de serem absorvidas, que causam estranheza e esgotam o nosso campo de percepção e entendimento.
Vímos recentemente, em pleno século do SABER e do ENTENDIMENTO, um único homem surpreender o mundo, utilizando, com completa insensatez, o ódio, através de um TERRORISMO que não deu oportunidade a pessoas iguais e levou à cabo a sua diabólica decisão, matando, sem nenhuma chance, 3000 pessoas, que trabalhavam ou se deslocavam para tal, numa atitude hostial e sem precedentes. Diantae da boa fé das pessoas, utilizou aeronoves do próprio país para atacá-lo e destruir vidas e bens, num gesto covarde que a todos revvoltou - 11 de setembro de 2001 - não ficará só na memória dos americanos, mas de todo o mundo. O mundo viu o início de uma NOVA ERA, era do "Terrorismo" no Planeta Terra. Podemos dizer que o GRANDE CASTELO foi por terra! Após essa desgraça, que ceifou a vida de tantos, os governantes da América do Norte, criaram um motivo e um "bode expiatório" - o motivo: o enriquecimento de urânio e a criação da bomba atômica e o bode expiatório, Sadam Hussem, do Iraque. Pensavam que acabariam com o Bin Laden, na pessoa do seu pivó, que as torres gêmeas do World Trade Center, marco da tecnologia e da grandeza, ícones do poderio americano, seriam justiçados. Velhos escritos deveriam ser lidos. Talvez, evitássemos muitas das desgraças que estamos assistindo. Conclamamos com urgência a busca dos ensinamentos do passamos e de suas narrativas, com o intuinto de amenizarmos a nossa passagem pelo Planeta Terra. joe gazio/2008

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

BOLSAS - RETROCESSO ECONÖMICO

Nao tenho outra saída em afirmar que o que o mundo vem presenciado desde setembro próximo passado, nada mais e que um retrocesso no modelo aconômico que tem como grandes idealizadores, os poderosos e competentes economistas das renomadas escolas de terceiro grau dos Estados Unidos da América - que há muito vêm ditando as normas e modelos econômicos implantados em todos os países que praticam e cultivam o chamado modelo de GLOBALIZACAO. O que ocorreu com os mestres saidos das famosas Universidades Americanas?

Pelo visto, custou, mas o tiro saiu pela culatra e levou de roldão uma porcão de idólatras, que nunca nem imaginavam duvidar da capacidade e coerência nas bandeiras levantadas, com demonstracões financeiras charmosas e com requintes de quem tem muita garrafa pra vender, fazendo com os instrumentos e análises apresentadas, uma Bíblia com o maior teor de confiabilidade, onde ninguém, em consciência normal, colocaria em dúvida os seus argumentos e teses. O preco do barril de petroleo, todos eram unanimes em afirmar que chegaria a US$200,00 até o final de 2008. Refém dos recursos Eletrônicos e eletrodomésticos, dos que aparentavam tudo saber da matemática, dos números e dos controles econômicos financeiros, diante de um quadro invejável nas negociacões com os produtores da OPEP e outros qualificados como tal, o pobre mortal do mundo, principalmente aqueles que são dependentes diretos da chamada MAIOR ECONOMIA DO PLANETA, da noite para o dia, viu ruir os pilares de uma ECONÔMIA que ate então parecia intocável e que tinha a transparência imutável, oferecendo o Canal da Bloomberg, como o porta voz das economias, demonstrando diariamente, que se alguma grande empresa no planeta, desejasse alcancar voos mais altos, deveria, estar inserida nas bolsas novaiorquinas - Dow Jones, SP500 e Nasdaq e, aí sim, teriam acesso ao comércio internacional e a plenitude dos seus negócios. Lêdo engano.

Tudo foi pro beleleu e aqueles que acreditavam em conto de fadas e que a branca de neve e os sete anoes, nao era fantasia, ficaram a ver navios. Volto ao assunto, em continuacão, para uma análise mais escancarada do que realmente está ocorrendo nos dias desse RETROCESSO ECONÔMICO, cujo vilão, até aqui, tem se saído muito bem ! joe gazio, 24.11.08

terça-feira, 30 de setembro de 2008

O GRANDE GOLPE DE WALL STREET ou SAGACIDADE AMERICA

Na última semana de setembro de 2008, o mundo tremeu nos seus alicerces econômicos. Foi um desespero desenfreado e inusitado, longe da euforia de meses atrás. O maior e fiel depositário das Riquezas das Nações, deixou a todos no planeta em polvorosa. As bolsas do mundo todo civilizado e tido como organizado, viu da noite para o dia, em dias seqüenciais, ruir e desmoronar as estrelas das bolsas de valores, cadentes, como ninguém imaginaria. Parecia que os organismos controladores do mercado financeiro internacional, estavam "lost"(totalmente perdidos) e sem solução. O pilar maior e robusto dos mercados, comandados e seguidos por Wall Street, região de Mannhatan, Nova York, Estados Unidos da América do Norte, fora rompido e a sua gerência geral, desnorteada e sem saber o que fazer ou que soluções poderiam ser viáveis, isto porque, as quedas se acentuavam dia após dia. No horário das 10:00 as 17:00 horas, todos os olhares estavam voltados para os noticiários das emissoras de rádio e televisão e para a Bloomberg, que rotineiramente, pelo canal à cabo, descortina os números no seu "screen", dos pregões, dos valores das ações e no sobe e desce das bolsas, cujas estrelas são as Bolsas de Wall Street e Nasdak e as do mundo todo, inclusive a Bovespa, do Brasil. Um terremoto de proporções inimaginaveis no campo econômico-financeiro, regido pelas bolsas de mercadorias e futuro, aquelas que detiam as técnicos mais apuradas desse mundo globalizado. Os analistas estupefatos e desnorteados, vislumbravam o eclipse acontecendo, sem uma solução para aquele momento. Atônitos, viam ruir os pilares da maior estrutura de compra e venda de ações do mundo - sabiam que era a Riqueza das Nações, o conjunto das ações que eram negociadas diariamente, não só em Wall Street, mas nas outras bolsas do mundo, que seguiam os rumos, reflexos e orientação de Nova York.
Sabiam que os volumosos recursos financeiros do mundo, estavam nos bancos americanos, como fiel e seguro depositário do dinheiro dos países e instituições fora da América.
Do mundo inteiro, os palpiteiros davam seus conselhos, profissionais do "métier" ou não, também a toda à hora, vinham com idéias mirabolantes e sugestões, tudo com o intuíto de desfazer o imbroglio que se instalara no mercado financeiro de ações de Nova York e do planeta.
Fico eu imaginando lá com os meus botões, será que tudo isto não ocorreu por uma deliberada intenção de algum hipotecário, logo seguido por outros, em cadeia, face as divergências dos números consolidados e Balanços Financeiros das Instituições, ocorrência que já fazia parte da rotineira, contudo com a cooptação consentida de áreas envolvidas. Naturalmente, o futuro se encarregará de desvendar o acontecido e saberá, com transparência consertar o ocorrido, julgamento coerente e justo visando sobretudo dar a sociedade, a satisfação necessária e assim, zelar pelo que é verdadeiro e fidedigno para os negócios do mundo financeiro. joe gazio, 30/09/2008.