terça-feira, 30 de setembro de 2008

O GRANDE GOLPE DE WALL STREET ou SAGACIDADE AMERICA

Na última semana de setembro de 2008, o mundo tremeu nos seus alicerces econômicos. Foi um desespero desenfreado e inusitado, longe da euforia de meses atrás. O maior e fiel depositário das Riquezas das Nações, deixou a todos no planeta em polvorosa. As bolsas do mundo todo civilizado e tido como organizado, viu da noite para o dia, em dias seqüenciais, ruir e desmoronar as estrelas das bolsas de valores, cadentes, como ninguém imaginaria. Parecia que os organismos controladores do mercado financeiro internacional, estavam "lost"(totalmente perdidos) e sem solução. O pilar maior e robusto dos mercados, comandados e seguidos por Wall Street, região de Mannhatan, Nova York, Estados Unidos da América do Norte, fora rompido e a sua gerência geral, desnorteada e sem saber o que fazer ou que soluções poderiam ser viáveis, isto porque, as quedas se acentuavam dia após dia. No horário das 10:00 as 17:00 horas, todos os olhares estavam voltados para os noticiários das emissoras de rádio e televisão e para a Bloomberg, que rotineiramente, pelo canal à cabo, descortina os números no seu "screen", dos pregões, dos valores das ações e no sobe e desce das bolsas, cujas estrelas são as Bolsas de Wall Street e Nasdak e as do mundo todo, inclusive a Bovespa, do Brasil. Um terremoto de proporções inimaginaveis no campo econômico-financeiro, regido pelas bolsas de mercadorias e futuro, aquelas que detiam as técnicos mais apuradas desse mundo globalizado. Os analistas estupefatos e desnorteados, vislumbravam o eclipse acontecendo, sem uma solução para aquele momento. Atônitos, viam ruir os pilares da maior estrutura de compra e venda de ações do mundo - sabiam que era a Riqueza das Nações, o conjunto das ações que eram negociadas diariamente, não só em Wall Street, mas nas outras bolsas do mundo, que seguiam os rumos, reflexos e orientação de Nova York.
Sabiam que os volumosos recursos financeiros do mundo, estavam nos bancos americanos, como fiel e seguro depositário do dinheiro dos países e instituições fora da América.
Do mundo inteiro, os palpiteiros davam seus conselhos, profissionais do "métier" ou não, também a toda à hora, vinham com idéias mirabolantes e sugestões, tudo com o intuíto de desfazer o imbroglio que se instalara no mercado financeiro de ações de Nova York e do planeta.
Fico eu imaginando lá com os meus botões, será que tudo isto não ocorreu por uma deliberada intenção de algum hipotecário, logo seguido por outros, em cadeia, face as divergências dos números consolidados e Balanços Financeiros das Instituições, ocorrência que já fazia parte da rotineira, contudo com a cooptação consentida de áreas envolvidas. Naturalmente, o futuro se encarregará de desvendar o acontecido e saberá, com transparência consertar o ocorrido, julgamento coerente e justo visando sobretudo dar a sociedade, a satisfação necessária e assim, zelar pelo que é verdadeiro e fidedigno para os negócios do mundo financeiro. joe gazio, 30/09/2008.

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