quinta-feira, 25 de agosto de 2011

UMA NOVA ORDEM ESTÁ COMEÇANDO, OU JÁ COMEÇOU ?

Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o teu nome e a todos nós pobres mortais, não deixeis cair mais em tentações - são muitas todos os dias; queremos amealhar o que restar do nosso dia-a-dia. Não permita que "o salve-se quem puder", assuma a dianteira e deixa pra trás os fracos e oprimidos. Não permitais que os que não teem nenhuma condição moral, faça da corrupção uma forma de constranger e chegar a lugares nunca por ele merecido. É a pura e vergonhosa verdade, estamos cercados pela Corrupção da Nova Ordem, a "nova gestão" de burlar e se dar bem, não importando a quem prejudicar, machucar, ferir e até matar! A mutação do instrumento político no Brasil é uma realidade agora, não é futuro. Essa mudança é um "desvio" da norma estabelecida -  até aqui, que a cada dia que passa, sofre mutações de toda ordem-, inclusive, os que não estiverem satisfeitos, tirem os seus bonés e desapareçam - podem ir para os "confins do inferno" como dizia os nossos avós, antepassados que hoje estariam cheios de vergonha, amargando a desilusão por ter agido certo, com convicção, mas que foi atropelado pelo "moderno" - sim a "sociedade moderna". O que fazer para mudar esse quadro de infinita benevolência irradiada. Todos sabemos que a "malograda corrupção", que já foi combatida abertamente, foi uma "exceção" quando existia ou estava à baila. Hoje é uma regra - nem vergonha eles teem - os que a praticam; e dizem sempre em nome de um objetivo comum e de um grupo. Tá consolidado. Os balanços não escondem mais os dinheiros "não contabilizados", é um novo paradigma, assegurando a poucos, a sustentação quase que "AD etternum" aos pares e aos inseridos previamente nas decisões, que são orquestradas sem precisar de luz, pode ser com qualquer luz ou mesmo na escuridão.É surgimento do Quarto Poder, como citou o Arnaldo Jabor, colunista de O Globo. É um poder intrincado, mas com força de grande Partido Político, e vêm deixando inibidos os que desejam um país forte, respeitado, transparente e socialmente robusto. Muitos empresários e mesmo empresas, não querem participar do "conluio" nada saudável, para quem almeja ter um país fortalecido, sem desgraças, pobreza, fome, onde o emprego seja aquele que almejamos para os nossos filhos, que buscam nos bancos escolares o melhor para oferecer ao Mercado de Trabalho, para o desenvolvimento sustentável.
O tema terá prosseguimento e estaremos atentos para lapidar todo e qualquer assunto ou mudança, mostrando as vulnerabilidades de quem não tem uma Ordem Social, Política e Econômica, séria, servindo de exemplo para os países considerados Indevassáveis e de Primeiro Mundo.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

UMA NOVA ORDEM ESTÁ COMEÇANDO

A metade do ano de 2011, já se foi e o homem como um todo, sem tempo de olhar direito para o seu amanhã, vai tentando sobreviver as mudanças de toda a ordem que não param de acontecer. Recentemente, no campo econômico-financeiro, a entidade Standard & Poor, rebaixou a capacidade dos EUA para honrar e cumprir com o que preconizava suas ações, oferecendo garantias nos negócios havidos com as suas äções e títulos. A entidade S & P, quero crer que devido ao alto grau de endividamento americano, achou por bem rebaixar, da escala maior que é AAA para AAA- , criando um atmosfera de desconfiança e inquietando os mercados do mundo. O ex-Ministro da Fazenda do Brasil, Delfim Netto, sem "papas na língua", foi incisivo e afirmou que todas agências que pontuam as economias dos diferentes países, são todas 171, fazendo alusão ao código brasileiro e, agora, para a surpresa de todos, o Presidente da Standard & Poor, caíu, perdendo naturalmente o seu posto e ficando acordado que até o final do corrente ano, se aposentaria - passou agora, a ser mais um membro do "conselho" e nada mais. A decisão da S & P levou todas as bolsas do mundo a caírem, com perdas inimagináveis, lideradas pelas bolsas da própria América, que até agora, não tiveram uma reação para reverter o quadro e as perdas. Pelo mundo, as revoltas das populações, são vistas e assistidas pela TV, mostrando que os povos não estao nada satisfeitos com os seus governos - no Egito, a revolota do povo, tirou do poder um dos mais fortes ditadores e aliado dos EUA, que mesmo nessa condição, caíu e estásendo julgado pelos crimes cometidos. As revoltas também se sucederam nos países ao seu redor, também ditadores no poder alguns há mais de 30 anos. Agora, a Líbia de Muamar Kadafi, rebeldes armados, forçam a estrutura de governo a deixar o poder. Kadafi lá está há 42 anos e resiste para não entregar o cargo, mas tudo indica que dia menos dia o seu reinado ditatorial irá por terra. No nosso país, uma excelente matéria levada ao ar pelo Bom Dia Brasil, mostrou o estado deplorável da saúde dentária na Paraíba, podendo mesmo se afirmar que se trata da falência do sistema no Estado, com aparelhos de uso da odontologia, abandonados e sem manutenção, inclusive, com depoimento de dentistas locais, que sem poderem atender dentro da sua profissão, passam as consultas, dando "concelhos" no tocante ao assunto. Voltaremos brevemente ao assunto do blog, em função da relevância dos atritos permanentes dos homens na busca do seu espaço e direitos, aqui e nos recantos do planeta.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

TRABALHO ESCRAVO, CONFISCO DE ILHA E QUEDA DE MINISTROS

A semana que está chegando ao seu final, mostrou além do Papa falando em economia dos homens, nos defrontamos com o trabalho escravo, em São Paulo, onde trabalhadores sem qualquer garantia de saúde e futuro, exercem em ritmo acelerado, a produção de peças e vestidos de alta costura da marca espanhola ZARA, que faturam milhões de dólares, enquanto muitos trabalhavam, ou melhor, eram explorados, por aproximadamente 15 horas por dia, dormindo e comendo no próprio local onde eram produzidos; o governo conseguiu detectar o crime e trabalha no caso, a divulgação mostrou que lá trabalhavam além de muitos brasileiros, mas muitos bolivianos ilegais no país.
Chamou também a atenção dos brasileiros, além do assassinato da juíza Patrícia Acioli, de São Gonçalo, RJ, a Operação bem sucedida da PF, com confisco até de uma ilha na baía de Todos os Santos, Bahia, com 20mil metros quadrados, e no interior dela barras de ouro, dinheiro em espécie, lanchas, 8 jet skis, além da mansão construída no local, que foi área de mangue.
Além também dos distúrbios com mais mortes no Iraque, protestos contra a corrupção em crescimento na Índia, aconteceu aqui no Brasil, mais uma queda de ministro. O quarto do governo Dilma Rousseff. Dessa vez, Wagner Rossi, perdeu o cargo de Ministro da Agricultura, após denúncias publicadas na imprensa. A escalada começou com a queda de Antonio Palocci; depois vieram Alfredo Nascimento e Nelson Jobim.. Todo o episódio da queda desses auxiliares da Presidente, só reforçaram o governo da primeira mulher a exercer esse cargo no país.Para finalizar, as bolsas pelo mundo afora, continuam caindo, deixando todos preocupados, inclusive, com a possibilidade de recessão na América.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

BASTA, CHEGA: A Justiça não pode ser calada dessa forma.

O episódio do covarde assassinato da Juíza Patrícia Accioli, deixa-nos com a sensação de que TODOS estamos à mercê da bandidagem e toda a sua "trupe", o que é lamentável e sem cabimento. Para uma nação que vai realizar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada, esse extermínio de um magistrado, de alto grau na hierarquia do Judiciário, nos arremessa para um pensamento de desprezo que muitos, brasileiros, teem do que seja a justiça. Os homens e as pessoas de bem, estão sendo massacrados diariamente, quer nas ruas, nos seus carros, nas suas casas, nos sinais e/ou faróis existentes no trânsito e hoje, até nas chácaras e sítios de lazer, não há mais tranquilidade e paz. Chegamos a uma situação sem precedentes na história do nosso país, particularmente no Rio de Janeiro, sede do Comitê Olimpíco Brasileiro, cidade considerada internacionalmente como a mais politizada, culturalmente bem delineada e mesmo alardeada por todas as nações do mundo como a Meca do lirismo, do turismo e tantos outros adjetivos, cuja pujança de pensamentos é inigualável perante os outros Estados da Federação.  Deixa-nos hoje, com a sensação de que o nosso dever não vem sendo feito conforme os princípios Constitucionais - aqueles  voltados para a Paz, Harmonia e Tranquilidade, situações que levam o homem ao Progresso de qualquer nação minimamente civilizada.

domingo, 7 de agosto de 2011

DESAFIOS QUE O BRASIL TERÁ QUE ENFRENTAR NESSE FIM DE SÉCULO continuação

...a Administração Pública Federal, a Reforma Tributária e da Seguridade Social; O Relacionamento Financeiro do Banco Central com o Tesouro Nacional, com sugestões para a reforma; Reforma do Judiciário e Cidadania; O Futuro da Privatização; Crescimento, Emprego, Produtividade e Distribuição de Renda; Impactos do Aumento dos Gastos Públicos, dissecando ainda a Composição do Emprego, a  Absorção dos Trabalhadores Informais e a Melhoria da Qualidade de Emprego, fazendo considerações bastantes equilibradas quanto a Informalidade e a Pobreza; o porquê de sermos mais pobres do que os Países Industrializados e vai mais fundo ainda quando aborda a Qualidade do Ensino Fundamental -diagnósticos e propostas para uma Ação Governamental. A Atividade Escola versus Mercado de Trabalho e ainda a Segurança Alimentar, como uma Nova Questão da Cidadania.
Os técnicos do IPEA se empenharam em mostrar quais as alternativas e possíveis soluções, para que o Estado(país), como Regulador, aperfeiçoasse os mecanismos para o atendimento do mercado e da própria cidadania.
O Estado Promotor de Políticas de Apoio ao Setor Produtivo - as linhas gerais para a Política Industrial; Tecnologia e Qualidade, colocadas exaustivamente, objetivando dar qualidade aos nossos mecanismos de Comércio, inclusive para o Exterior - desafios para um futuro, que, tentarei colocar em um novo documento.

DESAFIOS QUE O BRASIL TERÁ QUE ENFRENTAR NESSE FIM DE SÉCULO

O IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada em 1994 com brilhantismo, colocou no papel, corajosamente, que deveria ser a Ação Governamental para que o Brasil se preparasse para o enfrentamento dos desafios de toda a ordem, visando o futuro. Nessa abordagem, vímos que a Inflação, Acesso a Serviços Financeiros e Distribuição de Renda, estariam nos afligindo em pouco tempo, caso não levassemos a cabo o que se compreendia de Caracterização da Pobreza, Suas consequências macroeconômicas e também Sociais; a importância da Consolidação da Estabilidade; Perspectivas Econômicas e os Métodos que deveriam ser aplicados para as Reformas - delineou com clareza, muito embora, acreditando que o campo da subjetividade é também grandioso, tendencioso e político, mas foi uma decisão com argumentos entrelaçando a Administração


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A DÍVIDA AMERICANA E O MARKETING DELA

O complexo cenário da dívida dos Estados Unidos da América nos últimos dias, deixou o mundo sobressaltado, para não dizer preocupados. Muitos não acreditam no grande suspense que se transformou o assunto, que foi notícia diária em todos os meios de comunicação,  nos EUA e nas demais nações do mundo; a pergunta que quase não queria calar, tonalizava com a tranquilidade dos mestres da economia, quando não americano, radicado em seu território, quase todos, discípulos de Adam Smith, de John Keynes, Marx e tantos outros estudiosos das relações homem-economia-dispêndio, que no conjunto, levaram seus ensinamentos e pensamentos, para todas as escolas de pensamento econômico, do livre mercado e, mesmo diante do estardalhaço e massificação dos números astronômicos divulgados, permaneceram quietos, como se nada estivesse acontecendo - negligência, desleixo ou o quê ? Perguntas que, naturalmente ficarão sem respostas, como fora o episódio da segurança americana, no 11 de Setembro de 2001.
Estou convicto de que por completa falta de entrosamento dos que ditam e controlam a maior economia do planeta, não dimensionaram o quadro de extrema gravidade do cenário que estava diante deles, não dispondo de instrumentos que pudessem consensuar as soluções, a fim de que o abismo que cada dia se fazia mais presente, fosse compelido e dissipado.
O problema não surgiu com a contenda entre Democratas e Republicanos, vem sim há longos anos se delineando e cada dia ficando mais palpável diante dos índices e números que se apresentavam - afinal, são dados que espelham o balanço das contas e seus resultados. Como numa casa, onde o total das entradas financeiras, não devem ultrapassar o montante dos gastos, considerando ainda, os custos emergenciais e não deixar de lado as parcelas de poupança e investimento.
Essa crise que já vem se arrastando, nada tem a ver com o episódio da derrocada dos anos 30. mas deixou as luzes ficarem amarelas, sinalizando que os modelos econômicos até aqui ensinados, ou o foram muito mal explicados, ou devem ser banidos ou substituidos. O modelo do livre mercado, mais do que nunca, deve ser um modelo que não só controle a demanda, mas que leve em consideração a eficácia das medidas, considerando-se no mesmo patamar, as diversas demandas que crescem com o aumento da população e suas necessidades, tendência hoje claramente manifesta, que sabemos também fazer parte do crescimento das economias e das nações.
Ficou evidente, que com o aumento constante da população e as necessidades dessa mesma população, que a educação tecnológica e de consumo, têm que caminhar juntos, visando equilibrar as partes envolvidas, prepando-as para os desafios das décadas que se aproximam, âncoradas sempre na eficiência da educação para todos, e mais que nunca, de ôlho sempre grudado nos índices projetados e realizados, a fim de que não tenhamos no futuro, problemas econômicos, que sempre existirão, sem um antídoto mais rápido e vigoroso para elucidá-los.