É o País que queremos e idolatramos, mesmo diante de tantas crueldades com os que pouco ou nada podem fazer para se proteger - são o chamado grupo dos desamparados/excluidos pela sorte, quer pela falta de educação cultural, pela falta de oportunidades para si, mas que vem sendo a tônica dos seus pais, que também herdaram dos seus, que também nada puderam fazer - excluidos pela sociedade, pelo poder público.
Nunca conseguiram nada da sociedade que os cerca, uma rota onde a oportunidade é deixada pra trás, negligenciada por todos também; vemos com muita frequência, poucos abocanharem a fatia que lhes cabia - vira o cotidiano, a verdade dessas pobres pessoas deprotegidas, abandonadas à própria sorte, que seguem para a DEVASTADORA PROBREZA - poucos se importam, mesmo porque esses excluidos, quase não conseguem ser ouvidos, mesmo que gritem e sejam vistos e ouvidos pelo que o rodeiam. São considerados párias de uma sociedade dita nesse século como progressista e vendedora e, eles continuam ali como chegaram os seus avós e pais. Pela falta de conhecimento, são os desaculturados, largados ao deus dará, com os seus Direitos Constitucionais negados, revogados sem que ninguem o tenha assinado ou dado o seu crivo de misericórdia para que ocorresse.
Educação,Saúde, Moradia e Alimentação, direitos naturais dos humanos, são figuras de retórica, diante da canastrice e devaneios dos políticos e da grande maioria das autoridades, citados socialmente pela mídia e maioria dos meios de comunicação, como pessoas diferenciadas, ajudando ainda mais a criar essas desigualdades, afiançando que os que conseguiram uma posição de destaque, estão acima dos demais, considerando-os indivíduos de segunda classe ou sei lá o que. Uma tragédia dos nossos dias, muito pior que as recentes revoltas da natureza, com os seus terremotos, tsunames e todo o tipo de violência, assistidas por todos, com os olhos abertos e sentindo a DEVASTAÇÃO do que parecia insustentável e inimáginavel em pleno século XX/XXI, mas que aos poucos, vem sendo aceito e colocado como absorvido por todos, mesmo diante do alerta, dos que ainda acreditam que somos TODOS IGUAIS PERANTE O CRIADOR, mas que pode continuar acontecendo, até quando, não sabemos."joe gazio/ajotage, março2009.
sexta-feira, 26 de março de 2010
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