Parece até que foi ontem, mas já se passou 46 anos. No dia 26 de abril de 1965, sob o comando do Dr. Roberto Marinho, tendo como colaboradores Rubens Amaral, na direção geral, Abdon Torres, na direção de programação e artística, Mauro Salles, na direção de Jornalismo, J. Octacílio A. Pereira, na direção de administração e planejamento, Gen. Lauro Medeiros, na direção de engenharia, além de uma dezena de outros talentos, vindos das diferentes formações. Era uma tarde e apesar da temperatura amena no local, havia um solzinho que foi quase desapercebido. Em um dos estúdios na Von Martius, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, havia um mix de alegria e tensão, em todos os presentes. Finalmente, todos em seus lugares, diretores, gerentes, artistas, produtores, técnicos, engenheiros, enfim toda uma gama de profissionais, muitos dos quais com qualificações de outras emissoras, que chegaram para somar e levar adiante um sonho de um jornalista com mais de 60 anos, que não mediu esforços para tornar realidade o surgimento de um canal de televisão da organização, que naquele momento tinha como carro-chefe o jornal O Globo e todo o Sistema Globo de Rádio, que tinha na rádio Globo a sua estrela maior. Foi um dia inesquecível para muitos, inclusive para o bloguista que faz essa narrativa e entrava no ar para alguns estados brasileiros, a TV GLOBO, Canal 4.
terça-feira, 26 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Autocrítica de 'O Globo' em 7 de abril de 2011 - O Globo
Autocrítica de 'O Globo' em 7 de Abril de 2011 - O Globo O Globo dá um exemplo de como o jornalismo escrito pode voltar no que escreveu, removendo o considerado incorreto e inserindo o que realmente é correto. É uma forma de corrigir os erros que acontecem, por vezes pela premência do texto e do próprio espaço físico na feitura e montagem do jornal do dia, ou mesmo de uma de suas edições. De qualquer maneira, oferece ao leitor exigente do nosso idioma, uma mostra de como corrigir, corrigindo.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
A ENFERMIDADE DO MUNDO CHEGOU AO BRASIL
O dia 7 de abril de 2011, ficará marcado como o dia em que as chacinas que aconteciam no mundo, envolvendo alunos e estudantes de todos os níveis, chegou até aqui. Hoje pela manhã, um ex-aluno de uma Escola Municipal na zona Oeste, mais precisamente em Realengo, adentrou a sua ex-escola e dizendo para uma professora que faria uma palestra, sacou de dois 38 e saiu atirando em indefesos estudantes de 12 a 14 anos, matando 11 deles imediatamente. Triste mundo doente. Mundo que só pensa em levar vantagem e ganhar cada dia mais dinheiro, esfacelando as famílias e os lares de todo o mundo. O que estamos assistindo no mundo é um completo descompasso entre o que é certo e errado; entre o bem e o mal. As pessoas perderam a sensibilidade e o amor pelo próximo, inclusive até por familiares, incluindo pais, irmãos. A doença que atingiu inúmeras nações do mundo, chegou nesta data ao Brasil. Os terremotos, tsunami, tornados e outros fenómenos da natureza, chegam ao Brasil com muita rapidez. Será o fim da humanidade ?
O desamor é uma marca que não deixa dúvidas e é hora do homem pensar um pouco mais nas suas atitudes, muitas irresponsáveis.
O desamor é uma marca que não deixa dúvidas e é hora do homem pensar um pouco mais nas suas atitudes, muitas irresponsáveis.
quarta-feira, 9 de março de 2011
2011 AGORA VAI DESLANCHAR
2010 já é passado, veio o Carnaval que em 2011 acontceu em março; o Flamengo foi campeão da Taça Guanabara, superando o Fluminense e o Botafogo que almejaram título; Mubarak, no Egito, pressionado, deixa o poder depois de quase 30 anos - a pressão do povo foi mais forte e com isso abriu espaço para outras manifestações de países dominado por ditadores naquela área petrolífera, como a Líbia do Omar Kadafi, que já não tem mais aquela força perante o seu povo e a qualquer momento vai ter que dar o fora.
A Beija-Flor de Nilópolis, homenageando o rei Roberto Carlos, ganha o título do ano de 2011, superando a Tijuca e a escola da Ilha do Governador. Agora sim, parece que o ano de 2011 vai realmente começar. Algumas perguntas estão no ar: Vai dar para realizarmos a Copa do Mundo e as Olimpíadas aqui no Rio de Janeiro; as irregularidades foram muitas nas licitações compras para as obras, inclusive as do Maracanã que está totalmente desfigurado, exigindo um trabalho sério e competente da nossa engenharia - O TCU está de olho vivo nas contas e pagamentos e mesmo com a forçassão de barra dos integrantes dos poderes Federal, Estadual e Municipal, os nossos controladores do Tribunal de Contas, estão atentos contra as irregularidades. Então, a partir de amanhã, 10 de março de 2011, parece-nos que o Ano de 2011 vai deslanchar. Ufa!
A Beija-Flor de Nilópolis, homenageando o rei Roberto Carlos, ganha o título do ano de 2011, superando a Tijuca e a escola da Ilha do Governador. Agora sim, parece que o ano de 2011 vai realmente começar. Algumas perguntas estão no ar: Vai dar para realizarmos a Copa do Mundo e as Olimpíadas aqui no Rio de Janeiro; as irregularidades foram muitas nas licitações compras para as obras, inclusive as do Maracanã que está totalmente desfigurado, exigindo um trabalho sério e competente da nossa engenharia - O TCU está de olho vivo nas contas e pagamentos e mesmo com a forçassão de barra dos integrantes dos poderes Federal, Estadual e Municipal, os nossos controladores do Tribunal de Contas, estão atentos contra as irregularidades. Então, a partir de amanhã, 10 de março de 2011, parece-nos que o Ano de 2011 vai deslanchar. Ufa!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
A POLÍTICA NO BRASIL POUCO MUDOU
O Brasil de 2011, politicamente, é quase o mesmo de 10/20 anos atrás. O povo, realmente não sei se por ignorância ou porque segue o lema "vamos de qualquer maneira", não sabe votar, apesar dos apelos inclusive tribunal maior que cuida das eleições e suas regras e normas, que no último ano, foi incansável em admoestar e induzir o povo a votar melhor e escolher com mais segurança os representantes do povo.
A verdade é que com tudo isso, a nação, com toda a sua tranquilidade, optou em continuar na mesmice, como se o "time" que aí está fosse o vitorioso. Enfim, já falei sobre os "tiriricas" e outras personalidades que hoje estão na casa maior do legislativo brasileiro, que nada farão, pois estão fora do contexto, não só por falta de conhecimento e cultura, mas por que nunca se engajaram na problemática brasileira. É lamentável que o povo continue insistindo que o que ai está deva continuar, mesmo em detrimento do sucesso futuro da família e da própria sociedade em que vivemos nesses 8milhões de metros quadrados do nosso território.
A verdade é que com tudo isso, a nação, com toda a sua tranquilidade, optou em continuar na mesmice, como se o "time" que aí está fosse o vitorioso. Enfim, já falei sobre os "tiriricas" e outras personalidades que hoje estão na casa maior do legislativo brasileiro, que nada farão, pois estão fora do contexto, não só por falta de conhecimento e cultura, mas por que nunca se engajaram na problemática brasileira. É lamentável que o povo continue insistindo que o que ai está deva continuar, mesmo em detrimento do sucesso futuro da família e da própria sociedade em que vivemos nesses 8milhões de metros quadrados do nosso território.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
GENTE QUE FICA, GENTE QUE VAI NA POLÍTICA DE HOJE
A abordagem que vou agora iniiciar, pode parecer até corriqueira, mas tem na magnitude do entendimento, uma razão que naturalmente é esquecida ou caí no esquecimento. O primeiro turno das eleições 2010, na verdade não reservou grandes surpresas para os que estão preocupados com os destinos do nosso país. E sem nenhuma marolinha, vímos um Tasso Jereissati, um Arthur Virgílio, ambos do partido de oposição ao governo, serem descartados pelo povo; um palhaço analfabeto, Tiririca, receber mais de um milhão e trezentos mil votos em São Paulo, maior colégio eleitoral do país e ficamos pensando como as coisas estão mudadas no Brasil.
O que na realidade não sabemos, até que ponto, veremos outros Cacarecos passando ã perna nos que conhecem de perto o poder, suas regras e os caminhos das pedras dentro do Congresso Nacional. Esses dois, principalmente o último, Arthur Virgílio, líder de bancada, que fazia ferrenha defesa dos direitos dos cidadãos, da livre expressão do pensamento e da impresnsa, de uma hora para outra, foi preterido por esses mesmos cidadãos - o que pensar. Só posso imaginar que as coisas estão mudando no Brasil. Só não sabemos se para melhor, ou se vamos entrar naquela de pensar que o mal não tem tanta maldade e vamos deixar como está e nos acustumar. Vivemos dias diferentes de outras época - será que teremos que ver os nossos livros, serem distribuidos gratuitamente, sem que o autor nada receba e nem possa reclamar ? Vejo aí que a política como a democracia, nos moldes atuais, deixam-nos receosos, de um futuro de autoritarismo sem fronteiras e como disse a Lya Luft, as "eminências pardas", regiamente pagas, surrupiando os direitos conquistados ã dura pena e longos anos de um Estado Democrático de Direito, que até aqui ainda estão preservados.
O que na realidade não sabemos, até que ponto, veremos outros Cacarecos passando ã perna nos que conhecem de perto o poder, suas regras e os caminhos das pedras dentro do Congresso Nacional. Esses dois, principalmente o último, Arthur Virgílio, líder de bancada, que fazia ferrenha defesa dos direitos dos cidadãos, da livre expressão do pensamento e da impresnsa, de uma hora para outra, foi preterido por esses mesmos cidadãos - o que pensar. Só posso imaginar que as coisas estão mudando no Brasil. Só não sabemos se para melhor, ou se vamos entrar naquela de pensar que o mal não tem tanta maldade e vamos deixar como está e nos acustumar. Vivemos dias diferentes de outras época - será que teremos que ver os nossos livros, serem distribuidos gratuitamente, sem que o autor nada receba e nem possa reclamar ? Vejo aí que a política como a democracia, nos moldes atuais, deixam-nos receosos, de um futuro de autoritarismo sem fronteiras e como disse a Lya Luft, as "eminências pardas", regiamente pagas, surrupiando os direitos conquistados ã dura pena e longos anos de um Estado Democrático de Direito, que até aqui ainda estão preservados.
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