terça-feira, 10 de novembro de 2009

OS BENHEIROS NAS RODOVIAS AMERICANAS

É triste mas é uma realidade. Os banheiros nas rodovias americanas, dão um banho, no sentido pejorativo, no estado e na condição dos banheiros nas mais simples rodovias da américa. A sua construção, com todo o tipo de facilidade, suas instalações,com bebedouros disponíveis aos que por ela trafegam, dão um exemplo para o mundo, principalmente para o nosso País. Os bebedouros dispõem de água corrente potável, na sua maioria, com dispositivo para água gelada ou na temperatura natural do ambiente. O dispositivo de abrir e fechar as torneiras, sem problemas, com funcionamento impecável. A sua construção em alvenaria e indumentária, deixa à mostra a todos os usuários, a responsabilidade social do estado, para o atendimento ao seu público e aos que visitam os lugares - estados e municípios. A iluminação sempre adequada a cada local, sem exageros, deixa o usuário bem à vontade e até com uma certa satisfação ao parar nos locais; podemos também, dar os parabéns aos responsáveis pelas instalações, pela limpeza e o papel-higiênico disponível utilizado, sem discriminação - sua qualidade, deixa-nos com um ar de tristeza, quando frequentamos os banheiros não digo das estradas, mas dos aeroportos internacionais, como o Antonio Carlos Jobim(Galeão), Guarulhos e Congonhas, em São Paulo. Creio que não precisaremos ir adiante, quanto aos outros aeroportos do país. Um outro fato que chama à atenção é a segurança 24 horas desses locais, com dispositivos de câmeras, guardas fardados, equipamentos para primeiros socorros, inclusive, com viaturas à disposição para qualquer eventualidade. Vendo tudo isso anos-a-fio, não poderia continuar em silêncio e tinha de divulgar, com o único objetivo de chamar a atenção dos nossos governantes que fazem um alarde para a cobertura da Olimpíada e Copa do Mundo no Brasil. ajotage,10/11/09.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

UMA RETA SÓ - ALABAMATENNESSE

Saindo de Orlando,Fl pela magistral 1-4 North, você vai chegar a Georgia, Estado Americano de muitos famosos, quer no Esporte, quer na música e no Jazz e Blues. vai seguindo e chega-se a

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A PRAIA DO CARIOCA COMEÇA NA LAPA

AO MESTRE COM CARINHO

HOJE É O DIA DO MESTRE. NÃO É SIMPLESMENTE UMA PROFISSÃO - SER MESTRE É MUITO MAIS NOBRE E DIRIA A MAIS NOBRE DE TODOS AS ATIVIDADES HUMANAS. O MESTRE É O RESPONSÁVEL PELA FORMAÇÃO DO SER, DA PESSOA. É RESPONSÁVEL PELO AMANHÃ DE UMA CASA, DE UMA FAMÍLIA, DE UMA NAÇÃO. O PROFESSOR TÃO IMPORTANTE EM NOSSAS VIDAS E PARA A NAÇÃO, TEM SIDO COLOCADO À MARGEM DA NOSSA SOCIEDADE. É UM SACERDÓCIO, QUE EXIGE DE QUEM A ABRAÇOU DEDICAÇÃO QUASE QUE INTEGRAL, COM EFICIÊNCIA E AMOR AO QUE FAZ.
ESSE MESTRA NOS NOSSOS DIAS, ESTÁ ABANDONADO PELAS NOSSAS AUTORIDADES, QUE QUANDO PREPARAM OS SEUS ORÇAMENTOS, SEMPRE DEIXAM AS NECESSIDADES EDUCACIONAIS NUMA SITUAÇÃO À MÍNGUA E SEM UMA DOTAÇÃO MÍNIMA, PARA OS OBJETIVOS DE ENSINAR. A FORÇA AGUERRIDA DE ALGUNS, TÊM AJUDADO E MUITO O NOSSO BRASIL. APESAR DA SUA DEFICIÊNCIA, PELA FALTA DE CONDIÇÕES DE TODA A ORDEM, INCLUSIVE DE FORMAÇÃO, ESSES ABNEGADOS PROFISSIONAIS MERECEM O NOSSO APLAUSO E A NOSSA SOLIDARIEDADE, APESAR DE ISTO SÓ NÃO BASTAR. ajotage em homegam a sua professora, Dna.Zenaide, do Colégio Leopoldo, Nova Iguaçu, RJ.

domingo, 4 de outubro de 2009

2016, O RIO DE JANEIRO OLÍMPICO

Antes de qualquer coisa, a Cidade Maravilhosa, merecia sim, sediar os Jogos Olímpicos da Era Moderna - sua geografia é um explendor a céu aberto; todos nós "cariocas" nascidos aqui ou por adoção, no fundo de seus corações, tiveram a sensação de euforia desenfreada e o coração bateu mais fortes por alguns instantes e a "ficha" só veio a cair algum tempo tempo depois; o entusiasmo foi grande quando lá da Dinamarca, Copenhague, o apresentador do evento, fez um grande suspense, inclusive com o envelope com o resultado, na posição de cabeça para baixo, virou o envelope, olhou-o e mostrando para a platéia do local(um anfiteatro), o lado com o nome da cidade escolhida para sediar os Jogos Olímpicos de 2017: Rio de Janeiro! A cidade ganhadora foi o Rio de Janeiro, repetiu. Na platéia estavam as comitivas de Madrid(espanha), do Rio, e alguns de Chicago, eliminada e Japão, também fora da disputa. A vibração foi muito grande dos nossos representantes, como o Governador do Rio, Sérgio Cabral, do Prefeito da Cidade, Eduardo Paes, do Presidente do COB, Arthur Nuszman, do ex-jogador Pelé e do próprio Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Foi um entusiamo só, com abraços entre eles, choradeira, inclusive do Lula, enfim, foi uma festa de arromba lá em Copenhague.
Simultâneamente, aqui no Rio, na praia de Copacabana, num palco montado com antecedência, milhares de
pessoas, de todas as classes, faziam um carnaval fora de época, vibrando e comemorando, com gritos e cantorias de todo o tipo, quase não acreditando, que o Rio de Janeiro, havia ganho, representando não só o Brasil, mas todo o continente. E nós daqui, diante da televisão, também vibramos como cariocas, embora, com alguns "senòes"

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A COISA AQUI TÁ PRETA...

A Ellis Regina que já se foi há muito tempo do nosso convívio, disse em uma das suas inúmeras músicas "A coisa aqui tá preta" e se estivesse viva, colocarias outros adjetivos, porque,na verdade, a coisa não só está preta, como está muito mais preta, se é que podemos assim dizer.
A educação cada um por si e Deus pelo resto. A saúde, com precariedade, só para quem tem Plano de Saúde, que tem que ser famoso tipo AMIL, UNIMED, SAÚDE BRADESCO e outros mais, deste que estejam na crista da onda e em evidência. Os participantes desses planos, tem que obrigatoriamente obter pela melhor escala de participação, com pagamentos que chegam muitas vezes, a tirar do segurado, mais da metade do seu rendimento, sem ter a quem reclamar. Se for para a justiça, é uma derrota certa: Onde no Brasil, quem não tem dinheiro, ganhar, uma ação contra os poderosos Planos de Saúde!  Os advogados desses planos, bem remunerados e com uma banca fortíssima, com inúmeros auxiliares e assistentes, que lhes dão, os caminhos jurídicos que a legislação brasileira permite, além dos "lobistas" quase sempre muito bem gratificados, e aí, não tem pra mais ninguém - não perdem uma; se pagando um plano, a coisa chega nesse nível, imaginem, os pobres idosos, aposentados que ganham uma miséria e são obrigados a enfrentar as filas do SUS. A marcação de urgëncia para uma consulta, NAO acontece, com pelo menos 20 dias,podendo chegar a 90 dias, dependendo da especialidade. As longas filas sao uma constante e para se conseguir um atendimento mais rapido, sõ remunerando os que vendem VAGA nas filas.
Parece mentira, mas e esta a realidade daqui, que nem as letras da Ellis Regina, modificaram que a coisa aqui tã preta, pois esta bem pior.
Os que deram durante muitos anos, os melhores anos de suas vidas, e se aposentaram, estao numa situaçao que faria Getulio Vargas chorar durante horas ou ainda se matar novamente, se isto fosse possivel. So os notaveis do governo e dos poderes legislativo, executivo e judiciario, podem ter reconhecidas as suas perdas salariais, em funçao da inflaçao, o resto, tem que esperar para morrer e assim, contribuirem para diminuir o deficit da Previdencia Social.
Sera que temos que nos orgulhar de sermos o Pais do Futebol, do Maracana, do petroleo, do pre-sal e do que la mais o que.joegazio-4-9-09.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

RIO PRETO, PARAPEÚNA E PENTAGNA

Recentemente fiz um referência a uma das coisas que mais gosto na vida: Viajar. Viajar para qualquer lugar, não importa para onde - pergunto-me será isso uma obsessão em querer ir para algum lugar desconhecido ou não? Realmente ainda não encontrei respostas que me satisfizessem ao meu próprio questionamento. Esse parágrafo tem e não tem haver com o título.
Saí bem cedinho do Rio de Janeiro com destino à Petrópolis, cidade serrano a menos de 100 quilometros do Rio, e lá não resolvendo o que causou a minha ida, continuei até Areal, alguns quilometros adiante, fronteira com Minas Gerais e, por acaso, também nada resolvido. Trocando em miúdos, fui parar em Juiz de Fora, MG e lá, infelizmente, nada ficou resolvido. Só me restava o retorno ao Rio e, pensei: acho que voltarei, por uma estrada que partindo de Br-040 vai dar em Rio Preto/Parapeúna, que ficam a poucos quilometros de Pentagna, pertencente ao município de Valença. E toquei pro caminho pensado, apesar da noite ter começado e o meu conhecimento do trajeto era pequeno, pois atravessaria lugarejos quase despovoados e com recursos escassos, inclusive, sem postos de combustível e oficinas para atendimento de um defeito ou mesmo falha no automóvel, o que graças à Deus, não ocorreu. Segui e depois de parar um lugarejo chamado Monte Verde, para assistir ao Jornal Nacional e ao jogo de futebol entre o Fluminense x São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro, segui rumo à Rio Preto,MG, lá chegando por volta de uma hora da manhã, do dia seguinte. A cidade estava completamente às "moscas" - não havia ninguém nas ruas. Deparei-me com um hotel no centro, próximo a Igreja principal da cidade, fui até a porta principal e toquei uma campainha e esperei pelo menos uns cinco minutos e nada. Ninguém atendeu. Já cansado de dirigir, dei uma volta pelas poucas ruas e praça existentes e ninguém à vista. Segui em frente, atravessei a ponte de um rio que é a divisória entre Rio Preto,MG e Parapeúna,RJ e ao fazê-lo, deparei-me de imediato com um grupo de jovens que bebericavam em frente a um modesto barzinho. Cheguei próximo e um deles, após a minha indagação, indicou-me a Pousada Bela Vista, que ficava em Rio Preto, num dos pontos mais altos da cidade. Lá dormi e pela manhã, segui rumo ao destino de volta - parei em Pentagna, lugar já mencionado, que me trouxe a lembrança da minha infância, quando acompanhado de meu pai e minha mãe, íamos para a Colónia de Férias dos fun cionários do Estado do Rio de Janeiro, da qual, meu pai fazia parte, tendo ainda como fundador o meu tio-avô Aprigio Lopes Gazio. Entrei na Colônia e tentei falar com o Gerente da Colónia de Férias, que por sorte ainda, era o Sr. Francisco, chamado Chico, que quando da última estada de meu pai por lá - convalescendo da retirada de um câncer, isto trinta anos atrás, jogava biriba e sueca com ele, ajudando-o a passar o tempo,esquecer e continuar a vida, pois não havia outro jeito, senão esperar. Nesse instante lembrei-me de minha mãe e de meu irmãos menores, e da odisseia do meu pai, na sua luta para viver. O Câncer foi mais forte e não hesitou em levá-lo. Naqueles momentos, lembrei-me de algumas viagens e também da narrativa de Fiódor Dostoiésvki, nas suas recordações da Casa dos Mortos. Finalmente pensei e disse comigo mesmo é a vida. Assim é tudo.ajotage/Ago-2009.