terça-feira, 23 de junho de 2009

O MAL QUE DURA CEM ANOS

Falar em coisas boas que duram cem anos, já é difícil, imaginem, mal que já passa dos 100 anos. Um centenário - existe: é o mal de chagas, cujo grande anfitrião é o bichinho chamado "barbeiro" e foi descoberto e quase aniquilado pelo nosso sanitarista, Carlos Chagas, 1m 1909 e o contagio se dá por esse bichinho. Na minha adolescência, ouvia os mais velhos citarem que o mesmo é comum nas casas feitas de "pau-a-pique", cujas paredes são feitas pela mistura de palha e argila-barro, amassados e colocados sobre as paredes com o seu traçado de bambu. Nessas paredes é que vive e prolifera o barbeiro. Sabemos também que o mal já está quase erradicado, mas a doença continua e se alastra com velocidade incrível lá pela Bolívia. Como é doença de pobre, esse mal nunca dispõe de recursos suficientes para eliminá-lo ou para acelerar o seu tratamento. Os sintomas, na maioria das vezes, levam anos para se manifestar, advindo daí a dificuldade do seu tratamento. Os números são alarmantes, pois tem um óbito de 14 mil pessoas por ano e 41 mil novos casos aparecem a cada ano. Essas informações tem o crédito para Igor Gielow que escreveu sobre o assunto para a Folha de São Paulo.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

CORRIDA RIO-NITERÓI, NA PONTE

Pelo mundo afora nos deparamos com as corridas e sempre mereceram à atenção de todos, inclusive, daqueles que não dão muita bola para o desporto. Essa ideia, como outras dentro de diferentes modalidades desportivas, surgiu quando de uma Corrida de São Silvestre, quando ainda era realizada à noite, após a meia-noite. Já temos algumas corridas pela orla carioca, mas tenho a certeza, que nada se compararia a uma corrida de 13 km e pouco entre o nosso querido Rio de Janeiro e capital charmosa, ex-capital do Estado do Rio de Janeiro.
Com certeza, não faltariam participantes e patrocinadores. Não tenho dúvida também que elevaria ainda mais o nome do Rio de Janeiro no cenário desportivo internacional. Evidente que sem o apoio das autoridades dos dois municípios, seria inviável, no entretanto, dada a sua importância para ambos os lados, divulgando e incrementando ainda mais o turismo nas duas cidades co-irmãs.
A paralisação aconteceria não mais de seis horas, o que, com a anuência e divulgação, não afetaria esse corredor transportador de pessoas e mercadorias, além de colocar no Calendário das cidades de Niterói e Rio de Janeiro, mais uma atração, que certamente, divulgaria ainda mais tudo o que se passa por essas paisagens apaixonantes.joegazio

terça-feira, 5 de maio de 2009

ACESSO À UNIVERSIDADE POR COTA/RAÇA

Chegamos com certeza ao fundo do poço quando nos reportamos ao assunto educação e ao acesso ao terceiro grau. Com certeza os pilares ainda não estão suficientemente fortes para a sociedade e nossos congressistas, avaliarem o que é verdadeiramente justo para esse acesso: pobres, brancos, negros, pardos; brancos pobres, negros pobres, pardos pobres, mestiços pobres e por ai vai como um "samba do crioulo doido". Não era para ser assim! Com certeza, os que realmente, diante de toda a sorte de dificuldade, põe o seu estudo e a sua educação acima de tudo, não mereciam o constrangimento de assistirem esse contra-senso; incluindo ai os pais e responsáveis por aqueles que desejam e querem continuar estudando; família unida, uma aliada na condução desse objetivo que é parte integrante do crescimento educacional. Infelizmente, mais uma vez, sentimos que estamos diante de congressistas comprometidos com rumos diferentes para a educação no País. Os nossos mestres, neste instante, deveriam ser mais respeitados, servindo inclusive como instrumento principal da decisão deles, a fim de que tenhamos qualidade no último ciclo educacional.
Se vamos criar cotas, porque nas as criamos para aqueles que desejam continuar estudando e não dispõem de situação financeira à altura, sejam eles brancos, negros, mestiços ou pardos. Contudo, o mais importante para o acesso, deve ser o mérito individual.

terça-feira, 14 de abril de 2009

OBAMA, A GRANDE ESPERANÇA DO MUNDO CIVILIZADO

O Presidente eleito da maior nação do mundo, é sem nenhuma dúvida o grande ícone e sustentáculo do mundo civilizado. É mais do que isto, é a grande esperança do mundo atual. Mostrou nesta data, mais uma vez, porque deve receber a referência de A Grande Esperança do Mundo Civilizado. Abriu todas as portas para Cuba, apesar de saber que aquele país tem longos anos de uma ditadura sem precedentes na história contemporânea. Tomou a decisão com Fidel Castro ainda vivo, sem estar no comando da ilha-estado. Foi sem nenhuma dúvida, em palavras simpres, uma decisão, de quem veio para solucionar os problemas incivilizados de um mundo considerado civilizado. Barack Obama com certeza avaliou com sensatez a decisão tomada. Não fez nenhuma exigência ao país de Fidel Castro, pelo contrário, ofuscou o pensamento daqueles que não tinham em seu vocabulário a palavraq LIBERDADE. No momento em que o mundo está envolvido numa crise sem precedentes, talvez só comparada a de 1930, deu uma lição para o mundo tido como civilizado, abrindo todas as portas para o país que ainda não deixou de ser comandado pelo regime de exceção e da força, onde as liberdades teem restrições em todos os sentidos, inclusive para os nascidos no país. O povo cubano agora poderá receber dos seus descendentes, filhos ou não, toda à ajuda necessária a melhor qualidade de vida. As remessas financeiras estão permitidas, os remédios podem ser despachados, os filhos e parentes que sairam da ilha, podem visitar os seus, quantas vezes desejarem. Mostrou que além de ser um estadista com uma visão dos tempos atuais, dá um recado ao mundo dizendo, com o seu ato, que somos todos humanos e filhos de um só criador. O mundo nesta data, não será mais o mesmo, temos uma pessoa que deu esperança a um povo, estando na ilha ou em território americano, sendo autor e fiador de idéias para tornarmos o mundo bem melhor - Barack Obama, é a grande esperança do mundo civilizado.joe gazio,15/04/09.

UMA PALINHA DO JORNALISMO DA TV (1)

Há Muito tencionava falar sobre o assunto, oferecendo, aos interessados, uma palinha do que acontece no dia-a-dia do jornalismo de uma emissora de tv. Deixar de ressaltar que para deixar uma matéria pronta, demanda muito esforço de muita gente. A produção da matéria-notícia, tem o envolvimento não só de jornalistas, assim considerados - com o registro de jornalista, além, da maioria, pertencer a um sindicato, Sindicato de Jornalista, que é da responsabilidade da esfera estadual - exemplo: Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro; de Brasília; de São Paulo e por aí vai. Faço a menção do requisito indispensável, não só para ilustrar a necessidade da oficialização e da responsabilidade do profissional, mas o trabalho, envolvendo não só êle individualmente, mas uma pleiade de profissionais da profissão, que são obrigados a seguir normas de conduta da emissora para quem ele oferece o seu trabalho, como a lisura e responsabilidade profissionais, haja vista o impacto da notícia quando deflagrada. O redator final de uma matéria-notícia, é, em última análise, o último responsável pelo assunto tornado público, o que, evidentemente, não elimina a dos seus pares que antecederam, envolvidos na produção da matéria-notícia. Darei continuidade ao assunto, na próxima semana.14/04/2009.

segunda-feira, 30 de março de 2009

AS VIAGENS NA NOSSA LEMBRANÇA

Toda e qualquer viagem sempre fará bem a quem quer que seja. Viajar a serviço, viajar como lazer ou simplesmente viajar. Sempre que penso em lugares - seja onde for - penso e imagino o quão importante é viajar. Sair do seu lugar, mas sempre com a certeza de voltar ou até quem sabe, ficar no lugar novo descoberto. É a vida! Fico imaginando a importância das viagens realizadas pelos Irlandeses, Escoceses, enfim todos os nascidos na "Grã-Bretanha", quando se dispuseram a viajar para a América do Norte, na busca do novo, de novas terras, da conquista de espaços para viver e criar suas famílias - foi o máximo! Fico também imaginando o que veio logo depois que foi o descobrimento do Brasil pelos portugueses. As caravelas, os escolhidos para servirem nelas, as insurreições no seu interior, na viagem da Europa, Velho Continente, para cá. As embarcações com rudimentar instrumento para navegar, atravessando o Oceano Atlântico, até avistarem os primeiros indícios da nova terra. As aves que rondavam as embarcações. Tudo criando um clima de expectativa nessa viagem cheia de imprevistos. Avistaram um monte, denominado Monte Pascoal - era época da Páscoa. O contato com os habitantes do lugar, os índios. Tudo não deixou de ser uma aventura, uma descoberta - se por acaso ou não - foi uma viagem que teve até um escrevente e narrador, que recebeu a incumbência de não deixar de anotar tudo o que acontecia na viagem, de Portugal até a nova terra. Quando começamos a estudar história, ainda bem pequenos, essas informações são de uma relevância sem precedentes para a nossa existência. É o imaginário de cada criança, criando um mundo da acontecimentos; são os primeiros laços com o seu mundo. A imaginação fervilha e cria lugares e fatos, que naturalmente, contribuirão para o futuro do seu desenvolvimento e das descobertas - a viagem colocada no seu cerébro da maneira que ele imagina - fantástico! O fato é que o acontecimento, na época, 509 anos atrás, deixou orgulhoso os reis portugueses, seu povo e a própria Europa. O feito de Pedro Álvares Cabral, não só repercutiu no mundo da época, após a divulgação da narrativa, como foi também a mola precurssora para a criação e novos inventos e avanços na Arte de Navegar. A nossa criançada nos dias atuais, pouco quer saber dos detalhes do descobrimento e da importância do acontecido. O certo é que foi uma Viagem que ficará marcada na história da América, do Brasil e de outros continentes. Certamente, essa viagem, como outras, serão sempre lembradas e farão notícia, nos levando a imaginação, deslocando-nos para outros tempos, fomentando e criando o "imaginário" tão saudável para o desenvolvimento e educação das criaturas em qualquer época da vida. Muito gostoso, esse deslocamento do tempo e do espaço em nossas vidas.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

IPVA E PEDÁGIOS - IDADE MÉDIA

Nos dias atuais, os governos impõem aos cidadãos uma infinidade de impostos e taxas, além de um imposto de renda que só visualiza as necessidades do poder público. O cidadão pouco ou nada pode fazer para se defender. Buscar a ajuda do poder público ou da justiça, torna-se cada vez mais uma roleta russa, a exemplo do que acontecia na era medieval, por isso, o aparecimento dos justiceiros, como exemplo Robin Hood, no Reino Unido. Nos primórdios da nossa era, o aparecimento de Átila, líder dos Hunos, foi outro exemplo dos que buscavam a justiça através das próprias mãos. Tornavam-se assim, defensores dos que não dispunham de forças,de instrumentos que lhes favorecesse. Átila assim, foi dominando as massas, tornando-se seu defensor e ao mesmo tempo um carrasco bárbaro, cujo poderio foi quase que invencível.

Voltando ao assunto do título, o cidadão para possuir um automóvel, precisa, além de ter a obrigação da manutenção do seu veículo, o que é justificável, pagar um imposto denominado IPVA, cobrado anualmente, sempre de uma forma crescente, cujo valor é adicionado uma taxa DAD(Detran); Licenciamento Anual(Detran), Taxa de Serviço, Seguro DPVAT e além disso, caso o pagamento não seja efetuado na data por eles estabelecido, mora que também é arbitrada pela própria Secretaria de Fazenda do Município/Detran.

E aí a pergunta mais lógica desse imbróglio: Porquê quando do deslocamento em estradas, somos obrigados a desembolsar, sem nenhum critério transparente, valores cuja conceituação de local, deixa o cidadão sem nenhuma informação plausível. É lamentável que os que dispõem de poder, o utilizem como se na Idade Média estivessem.