As notícias e as imagens das "eleições no Iraque", não deixam nenhuma dúvida de que muita gente colaborou para que esse acontecimento sem precedentes na história acontecesse. De qualquer forma, a terra do Rio Eufhrates está de parabéns assim como o mundo inteligente, sadio e consciente da necessidade da irmandade entre os homens.
Tomara que aquele povo já tão sofrido, aproveite a oportunidade para rever os seus valores, não que não os tenha, mas pelas circunstâncias que as coisas acontecem naquela região. Que os homens de bem, valorizem mais e mais, o sentimento de liberdade em todos os sentidos; verifiquem o quanto é importante viver em paz e com o progresso diário batendo a sua porta - as contendas, da onde vierem, são um derrocada para todo o homem de bem e que deseja a paz e a liberdade com progresso.
A notícia e as imagens das eleições naquele país, nos leva a crer que apesar dos enormes interesses dos vizinhos e de outras nações nas riquezas, na cultura e no petróleo, os iraquianos, com a ajuda das Nações Unidas, do Barack Obama e dos países amigos e voltados para progresso e para a paz, o Iraque, voltará a colher melhores frutos daqui prá frente. Que o criador ajude-os! joe gazio, Fev 1.2009.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
CADA POVO TEM O GOVERNO QUE MERECE
Vejo com apreensão e um certo ceticismo o resultado da eleição na Bolívia, que aliás, foi um tira-teima orquestrado por aqueles que desejam se perpetuar no poder, sacrificando o seu próprio povo em benefício próprio. Não tenho nenhuma dúvida de que o resultado divulgado da tomada de posição do povo boliviano, foi um resultado programado, que dá ao atual mandatáfio boliviano, que venceu as eleições passadas, democraticamente, pelo menos, aparentemente, dá a Evo Morales, legitimidade para continua governando o seu povo, até quando desejar. Se esse foi realmente o desejo do povo boliviano, acredito, que tomaram essa atitude em votar pela continuidade do poder presidencial na Bolivia, com um sentimento de falta de maturidade política de um povo, ou mesmo, uma decisão por força de circunstâncias completamente alheias aos ânseios normais de um povo que prima pela liberdade política, aliada ao crescimento de uma nação, cujos ânseios na nossa America do Sul, são quase unânimes, pela própria força de seus desejos de crescimento dentro do bloco sulista da américa e a saudável força do desenvolvimento sustentável das nações que desejam alcançar o desenvolvimento, mesmo pragmático, contudo, no contexto das nações que queiram sair da situação de subdesenvolvida. Com receio de que essa tomada de posição do povo da Bolívia, tome outras proporções e venha a servir de exemplo para os menos avisados do nosso hemisfério, fica aqui a minha apreensão.joe gazio,Jan 26,2009.
sábado, 24 de janeiro de 2009
PRÉ-CAJU E A ALEGRIA EM TEMPOS DE CRISE
Surpreendeu-me muito a Aracaju de 2009. Sentiá mais vibrante e mais alegre. O progresso é sentido logo na chegada ao aeroporto de Aracaju! Ficou muito anos-luz aquele aeroporto de vinte e cinco anos atrás. Pomposo, sem exageros, o novo prédio que abriga as companhias aérea e todo o aparato para dar suporte as aeronaves, dentro das proporções normais, ganha não só em segurança, como em conforto para todos aqueles que para lá vão, quer para viajar, quer para receber parentes e amigos.Somente um ponto, no nosso entendimento, ficou a desejar: o estacionamento. O mesmo de muitos anos - Aaracaju, já merecia ter um estacionamento mais digno da sua situação geográfica - imprensada entre a Bahia e Alagoas, mas com todas as chances de superá-las.
O visitante sente logo de início a hospitalidade do povo sergipano em Aracaju. Sempre cordiais, alegres e fazendo de tudo para oferecer aos que chegam, um estreitamento da relação. Difícil é dizer aquele que chega, que ele enfrentará alguma dificuldade, o que seria, até normal diante do quadro nacional.
Com muitos lugares para se conhecer, com uma orla bem bonita, uma rede de hotéis e pousadas que realmente dão pró gasto, Aracaju, que neste instante faz o seu Pré-Caju, está de parabéns pelo que nos apresentou, muito embora, saibamos que muita coisa tem que melhorar, inclusive no campo hoteleiro e turistíco, o que de forma alguma, contribui para que os turistas não venham prá cá. joe gazio,Jan 24, 2009.
O visitante sente logo de início a hospitalidade do povo sergipano em Aracaju. Sempre cordiais, alegres e fazendo de tudo para oferecer aos que chegam, um estreitamento da relação. Difícil é dizer aquele que chega, que ele enfrentará alguma dificuldade, o que seria, até normal diante do quadro nacional.
Com muitos lugares para se conhecer, com uma orla bem bonita, uma rede de hotéis e pousadas que realmente dão pró gasto, Aracaju, que neste instante faz o seu Pré-Caju, está de parabéns pelo que nos apresentou, muito embora, saibamos que muita coisa tem que melhorar, inclusive no campo hoteleiro e turistíco, o que de forma alguma, contribui para que os turistas não venham prá cá. joe gazio,Jan 24, 2009.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
domingo, 28 de dezembro de 2008
A ETERNIZAÇÃO DO DIZER E DA PALAVRA
Ficaríamos aqui até não quando, pensava eu lá com os meus botões - tempo: sim o tempo; que dita todos os nossos movimentos e ações - tudo em nossa vida; tudo mesmo!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
HOMOSSEXUAIS - CASAMENTO(2)
O assunto está em voga, no entretanto, como me pronunciei na revista Marie Claire, se a favor ou contra o casamento entre homossexuais ? Por quê ?, vai aí, o que havia dito naquela oportunidade, cujo pensamento, ratifico: "Sou favorável à felicidade e sonhos de todos os homens - casamento só entre homem(macho) e mulher(fêmea) - conforme consta dos ensinamentos cristãos. Para pessoas do mesmo sexo que se correlacionam com mais ardor, a lei, deveria estabelecer contrato que garantiria a ambos. Casamento, não.
A liberdade em toda a sua extenção é o bem maior do ser humano, que também tem o direito de ser feliz da maneira que melhor lhe convier. Assim, creio, que nos casos de duas pessoas do mesmo sexo desejarem desfrutar de uma segurança maior, para o futuro ou mesmo diante da sociedade e da leis, faça-se um contrato, com todas as regras pactuadas e que satisfaça aos dois. joe gazio,dez/2008
A liberdade em toda a sua extenção é o bem maior do ser humano, que também tem o direito de ser feliz da maneira que melhor lhe convier. Assim, creio, que nos casos de duas pessoas do mesmo sexo desejarem desfrutar de uma segurança maior, para o futuro ou mesmo diante da sociedade e da leis, faça-se um contrato, com todas as regras pactuadas e que satisfaça aos dois. joe gazio,dez/2008
domingo, 21 de dezembro de 2008
FALANDO DA ANTIGÚIDADE E DE ANTIGAMENTE
Patético falar neste instante sobre o que ocorreu na antigüidade. Depois de passar os olhos no que o Mainardi escreve em seu blog e na Veja, verificamos que ele já está meio de saco cheio de tudo e com certeza num estado que só posso chamar de sofreguidão com o estado das coisas por aqui. Lendo ainda as análises políticas do O Globo, de sentir a insatisfação perene da Lya Luft, sentimos que todos, acham o momento intolerável, mas que nem sempre pode ser dito. Continuo minha leitura de "Minhas Viagens com Heródoto", do polonês Ryszard Kapuscinski(eta nome complicado!), que narra momentos e experiências fantásticas como correspondente internacional da Polônia. Formado em jornalismo na Polônia do pós-guerra, sem dominar o inglês, vai desvendando os mistérios do que vê e escuta, durante as suas andanças. Os mistérios da India; vicenciou o final da política das 100 flores, na China de Mao-Tsé-Tung e o despertar da África, que após 300 anos de submissão ao Novo Mundo, alcançara a liberdade, mesmo com alguns entraves. Não pára por aí, o autor preescruta o que acontecia nos anos 50 e 60 e busca no clássico HISTÓRIA, um calhamaço com mais de 1000 páginas, escrito pelo grego Heródoto, mais de 2500 anos atrás, relato fiel do que acontecera. O jornalista e escritor polonês, vê nos calhamaços HISTÓRIA, uma Grande Reportagem da História do Jornalismo, senão, a maior de todas. A narrativa do início dos conflitos Ocidente x Oriente, séculos antes de Cristo, chamou-lhe atenção ainda a disputa entre Gregos e os Persas - a diversidade de agir e pensar dessas civilizações que ficaram no passado, O já famoso História, acaba servindo de uma espécie de "salva-vidas", diz o escritor. Curioso das coisas do seu mundo, se infiltrou nas camadas sociais por onde andava e passou a conhecer mais os gregos. As constantes indagações que fazia, sempre com uma disposição invejável, ajudava-o na formatação e delineamento das respostas obtidas durante a viagem. Seguia quase à risca, os registros de Heródoto - por onde passava Heródoto, não deixava passar nada, sem fazer uma descrição e narrativa. Se juntava a isso, a sua própria interpretação dos povos por onde passava, sua cultura, sua filosofia e a maneira de se conduzir na política. Assim, na prática e vivenciando os diferentes momentos, formatava o perfil o seu perfil jornalístico. Esse resultado do encontro dos dois mundos, a Antigüidade e o Contemporâneo, conflitam numa narrativa, exemplo disso são os trechos de Thomas Mann, Hemmingway e outros. A sua leitura é antes de tudo uma grande lição de vida e uma Grande Reportagem - uma aula magna de história e ensinamento do que é aventurar-se na busca de resultados. Busca e escolha de trilhas não muito direcionadas, com o risco e o mêdo do desconhecido.
Chego a esse ponto, convicto que a jornada passada muito contribuiu para o pensamento nos nossos dias - por vezes desastrosas e inverossímil. Os relatos do livro, no entanto, serviriam para deixar um legado para o futuro, com o repasse dos ensinamentos e posicionamento dos povos. Hoje, temos a certeza, que Karl Marx, quando reproduzia o seu pensamento sobre Mercado, Trabalho e Liberdade, conhecia as diferenças existentes entre si, criando uma fronteira para a análise das sociedades oprimidas, sem liberdade e oportunidades, mostrando ao homem, a importância da consciência de saber discernir o que pode ser melhor para o próprio homem, para a sociedade e para o estado. O futuro teria que ser mais pensado e dialogado. Pensamentos e ações contrárias ao bem estar de uma sociedade, podem transformar-se num grande exército do mal, perigoso para uma nação, principalmente, se começar dentro da própria pátria.
O poder dominante, dia menos dia, fora desse paradigma, cairá em desgraça, mas o pior, é que todos serão atingidos ficarão quase sem alternativas. Fica bastante claro no seu conteúdo, nos convencendo de tal, que a desigualdade social desenfreada, é maléfica e o seu contraditório é capaz de induzir as massas a deliberarem tomadas de decisão, que podem conduzir a loucuras e desatinos, ferindo mortalmente, os nossos ânseios de igualdade e fraternidade. Por isso, devemos, sempre buscar o entendimento e a solução equilibrada dos conflitos. O nosso mundo contemporâneo, que não fica muito longe dos pensamentos de Kafka, que não relutou em afirmar que "Tudo oferecemos, mas nada confirmamos". Buscamos nos dias de hoje as respostas - respostas que têem que ser aquelas que desejamos; ufanismo, não. Pura realidade. O mundo está saturado de situações confusas e conflitantesm na maioria, impossíveis de serem absorvidas, que causam estranheza e esgotam o nosso campo de percepção e entendimento.
Vímos recentemente, em pleno século do SABER e do ENTENDIMENTO, um único homem surpreender o mundo, utilizando, com completa insensatez, o ódio, através de um TERRORISMO que não deu oportunidade a pessoas iguais e levou à cabo a sua diabólica decisão, matando, sem nenhuma chance, 3000 pessoas, que trabalhavam ou se deslocavam para tal, numa atitude hostial e sem precedentes. Diantae da boa fé das pessoas, utilizou aeronoves do próprio país para atacá-lo e destruir vidas e bens, num gesto covarde que a todos revvoltou - 11 de setembro de 2001 - não ficará só na memória dos americanos, mas de todo o mundo. O mundo viu o início de uma NOVA ERA, era do "Terrorismo" no Planeta Terra. Podemos dizer que o GRANDE CASTELO foi por terra! Após essa desgraça, que ceifou a vida de tantos, os governantes da América do Norte, criaram um motivo e um "bode expiatório" - o motivo: o enriquecimento de urânio e a criação da bomba atômica e o bode expiatório, Sadam Hussem, do Iraque. Pensavam que acabariam com o Bin Laden, na pessoa do seu pivó, que as torres gêmeas do World Trade Center, marco da tecnologia e da grandeza, ícones do poderio americano, seriam justiçados. Velhos escritos deveriam ser lidos. Talvez, evitássemos muitas das desgraças que estamos assistindo. Conclamamos com urgência a busca dos ensinamentos do passamos e de suas narrativas, com o intuinto de amenizarmos a nossa passagem pelo Planeta Terra. joe gazio/2008
Chego a esse ponto, convicto que a jornada passada muito contribuiu para o pensamento nos nossos dias - por vezes desastrosas e inverossímil. Os relatos do livro, no entanto, serviriam para deixar um legado para o futuro, com o repasse dos ensinamentos e posicionamento dos povos. Hoje, temos a certeza, que Karl Marx, quando reproduzia o seu pensamento sobre Mercado, Trabalho e Liberdade, conhecia as diferenças existentes entre si, criando uma fronteira para a análise das sociedades oprimidas, sem liberdade e oportunidades, mostrando ao homem, a importância da consciência de saber discernir o que pode ser melhor para o próprio homem, para a sociedade e para o estado. O futuro teria que ser mais pensado e dialogado. Pensamentos e ações contrárias ao bem estar de uma sociedade, podem transformar-se num grande exército do mal, perigoso para uma nação, principalmente, se começar dentro da própria pátria.
O poder dominante, dia menos dia, fora desse paradigma, cairá em desgraça, mas o pior, é que todos serão atingidos ficarão quase sem alternativas. Fica bastante claro no seu conteúdo, nos convencendo de tal, que a desigualdade social desenfreada, é maléfica e o seu contraditório é capaz de induzir as massas a deliberarem tomadas de decisão, que podem conduzir a loucuras e desatinos, ferindo mortalmente, os nossos ânseios de igualdade e fraternidade. Por isso, devemos, sempre buscar o entendimento e a solução equilibrada dos conflitos. O nosso mundo contemporâneo, que não fica muito longe dos pensamentos de Kafka, que não relutou em afirmar que "Tudo oferecemos, mas nada confirmamos". Buscamos nos dias de hoje as respostas - respostas que têem que ser aquelas que desejamos; ufanismo, não. Pura realidade. O mundo está saturado de situações confusas e conflitantesm na maioria, impossíveis de serem absorvidas, que causam estranheza e esgotam o nosso campo de percepção e entendimento.
Vímos recentemente, em pleno século do SABER e do ENTENDIMENTO, um único homem surpreender o mundo, utilizando, com completa insensatez, o ódio, através de um TERRORISMO que não deu oportunidade a pessoas iguais e levou à cabo a sua diabólica decisão, matando, sem nenhuma chance, 3000 pessoas, que trabalhavam ou se deslocavam para tal, numa atitude hostial e sem precedentes. Diantae da boa fé das pessoas, utilizou aeronoves do próprio país para atacá-lo e destruir vidas e bens, num gesto covarde que a todos revvoltou - 11 de setembro de 2001 - não ficará só na memória dos americanos, mas de todo o mundo. O mundo viu o início de uma NOVA ERA, era do "Terrorismo" no Planeta Terra. Podemos dizer que o GRANDE CASTELO foi por terra! Após essa desgraça, que ceifou a vida de tantos, os governantes da América do Norte, criaram um motivo e um "bode expiatório" - o motivo: o enriquecimento de urânio e a criação da bomba atômica e o bode expiatório, Sadam Hussem, do Iraque. Pensavam que acabariam com o Bin Laden, na pessoa do seu pivó, que as torres gêmeas do World Trade Center, marco da tecnologia e da grandeza, ícones do poderio americano, seriam justiçados. Velhos escritos deveriam ser lidos. Talvez, evitássemos muitas das desgraças que estamos assistindo. Conclamamos com urgência a busca dos ensinamentos do passamos e de suas narrativas, com o intuinto de amenizarmos a nossa passagem pelo Planeta Terra. joe gazio/2008
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