domingo, 12 de abril de 2015

O POVO VOLTA AS RUAS, DEPOIS DAS FRUSTRAÇÕES

Estamos no dia 12 de abril de 2015, um pouco mais de um ano após as manifestações das ruas por uma população indignada com as ações do governo do PT, com a conveniência de seus parceiros e aliados, que só tomam decisões que venham a facilitar a vida do colegiado do seu grupo.
O movimento agora é MUDANÇAS JÁ, ou seja, o povo não engole mais as roubalheiras, as falcatruas dos membros do PT e aliados, que após o "mensalão", voltaram com a carga todo e deram o maior "golpe econômico-financeiro" do mundo, um roubo nos cofres da Petrobras, nunca visto na face da terra - com o enriquecimento dos asseclas do Partido dos Trabalhadores, representantes legais colocados dentro da Petrobras, para usufruir benefícios financeiros, promovendo todo tipo de saque e distribuição de recursos, inclusive envolvendo as mais afamadas construtoras do país - um cenário danoso à imagem do Brasil, não só internamente mas no exterior - o pior de tudo é que não reconhecem e sempre se dizem inocentes. Até os últimos presidentes da Estatal, Sergio Gabrielli e Graça Foster, na CPI do Congresso, não titubearam em afirmar que nada sabiam e não viram nenhuma irregularidade.
Um episódio à parte, matéria de O Globo, na Opinião quanto aos "problemas do Brasl/Reforma Política, o jornal no dia 30 de setembro de 2014, assegurou que "Sem necessidade de medidas heróicas". Na realidade, há mais de um ano atrás, o jornal desejava amenizar e colocar os pingos dos "is" a fim de que o governo tomasse as providências visando não chegarmos ao caos. Vímos hoje, que não surtiu o efeito desejado, e o governo Dilma Rousseff, sem pestanejar, fez-se de desentendida e tocou o barco pra frente, como se o seu governo, para nós desgoverno, trilhasse normalmente, numa gestão de dar arrepio e colocar até o papa Francisco nos exortando a não ficarmos calados.
O governo está hoje mais convicto do que nunca de que "está tudo bem" e que não há motivos para insatisfação, que ele mesmo com Lula, disse tratar-se de uma classe paulista que tem tudo e está pouco se importando com o resto. Enfim, tirou a responsabilidade dele da reta, deixando que o povo continue apanhando e pagando o preço das arbitrariedades de seus atos e de seus aliados.
Tudo que sabemos e sentimos, com os constantes aumentos de combustíveis e de energia, dão-nos a sensação de um completo desleixo por parte deles, para quem os colocou no Poder.
Vamos acompanhar o desenrolar dos acontecimentos, sabendo que o povo indignado e traumatizado, não suportam mais "mentiras e mentiras", para isso a aceitação de um presidente, nunca esteve tão aquém do necessário - Dilma hoje só tem 13% da aceitação da população brasileira, cremos que insuficiente para realizar as reformas pleiteadas pelo povo, inclusive a Reforma Política, que tem que ser completa e assegurar legitimidade para a Democracia e salvaguardar a Ordem e o Progresso - o pais precisa crescer com urgência e do jeito que está não pode mais continuar. O desemprego campeia  as famílias e já é sentida na mesa na hora das refeições e de pagar as contas, haja vista a inflação que nos três primeiros meses de 2015, já passa dos 8%.