sábado, 2 de março de 2013
O PIB 2012 - ECONOMIA BRASILEIRA
A gente vive de esperança e com saudades. Esperança de encontrarmos dias melhores daí pra frente. Seja em que época for.A esperança talvez seja a grande vencedora de nossa existência aqui no planeta. Sabemos que o ser humano cada dia que passa, sentimos mais saudades de algumas épocas passadas, de lugares, de amores, de pessoas e até do antigo negócio e/ou emprego. Afinal, sem ele, como poderíamos essa trilha louco que começa quando se nasce e termina quando se morre; poucas pessoas, gostam dessa colocação, ou como ela é colocada, mesmo sem ser direcionada. A gente, como dissera no início, vai na realidade, tatiando os passos, sempre almejando que o nosso amanhã será melhor. Cada dia que passa, menos pessoas, pensam dessa forma - ou porque estão desiludidos, ou com a esperança acima das expectativas.
No decorrer dos nossos dias, começamos a aprender as "coisas" e a participar do cotidiano - a educação tem papel preponderante nessa caminhada. Creio não hsver estatística sobre essa caminhada que o homem tem que fazer. O que sabemos, até pelo cotidiano da imprensa geral, é que aqueles que são conduzidos pela família e parentes a estudar, ter uma educação diferenciada, galgam situação melhor no cenário econômico do espaço onde vive. E um fato, possivelmente isolado,nem sempre pelo mérito de ter frequentado longo período escolar. Outros fatores, aí se incluindo a sorte - o que muitos estudiosos não concordam com a tese, que segundo a ciência, são os denominados bem aquinhoados pelo DNA e sua consanguinidade familiar. Onde queremos chegar, provavelmente, apenas, criar um preâmbulo, para chegarmos aos resultados alcançados pelo Brasil, na esfera econômica perante as outras nações mundiais, que buscam um lugar ao sol, quer no desenvolvimento de ser povo, quer na educação e cultura, mas sobretudo visando o respeito dos demais países, pelos seus feitos e sua posição no cenário do que se produz, do que se exporta, do que se importa e como anda a goela governamental, buscando sempre abocanhar uma parcela dos resultados alcançados pelos seus filhos. No Brasil no último ano de 2012, mesmo tendo havido otimismo dos mandatários da República, o resultado ficou aquém do esperado, decepcionando não só o empresariado, como os países além-mar. Segundo o próprio IBGE, entidade governamental, que provavelmente, não tenha combinado com a cúpula, para mostrar, de forma diferente os números, a verdade é que os que militam nas redações de jornais, rádios e televisão, quando chega uma determinada época, ficam ávidos pelas noticias, a fim de fazerem as comparações do que foi dito e projetado, divulgado inclusive, e, os reais resultados. Assim foi em 2012, quando divulgaram que o PIB 2012 chegou somente a 0,9% e não os 3.5/4,5% divulgados anteriormente pelo Governo. Todo final de ano e início de um novo, os "manda-chuva" da economia, sem se esmerar muito, pois a postura primeira é pela política do seu partido, das alianças, que nem sempre vão até o final de um mandado, o povo, pela imprensa, fica sabendo, como será a economia nesse novo ano e depois, fica também sabendo, dos números alcançados. O ano ded 2012, mostrou também que os "investimentos" governamentais recuaram em torno de 4%. Na composição do PIB e crescimento ou diminuição anual, mostrou que o Consumo do Governo abocanhou 3,2% de tudo, ao passo que As Famílias, só ficou com 3,1%, ou seja, abaixo da fatia do próprio governo - o governo está gastando muito ou estaremos produzindo insuficientemente? Na Agropecuária, a queda foi de - 2,3%, quer dizer que o nosso "Campo" produziu menos e abaixo do esperado. Confrontando os números das Exportações e Importações, os números foram 0,5% contra 0,2% respectivamente - o que não deixa de ser razoável. Por incrível que possa parecer, a conta Serviços com 1,7% foi quem salvou um pouco o nosso resultado de 2012. O próprio governo entende que precisa desonerar a folha de pagamento e resuzir as tarifas de energia, entre outras. Começamos 2013 e o otimismo tem que continuar e, já se fala em 4.5% para o ano em curso.(ajotage)
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