quinta-feira, 3 de junho de 2010

VOTAR BEM PARA UMA NAÇÃO MAIS IGUALITÁRIA

As eleições para a Presidência do Brasil estão bem próximas e não vai adiantar nada reclamar sobre o "leite derramada" parafraseando o livro de Chico Buarque de Hollanda. Quero somente, como brasileiro, continuar nessa batalha que deve ser incansável, de fomentar a ideia de que se "não votamos bem", com consciência e cidadania, nada vai adiantar depois vir com firulas e reclamações com a administração do novo mandatário da Nação. Quero daqui, deste espaço, conclamar aos que me lerem, o quanto é importante a escolha do nosso mandatário. E ainda lembrar o conteúdo do "editorial" do jornal O TEMPO Rio  Bonito, publicado pelo editor Flávio Azevedo, que coloca com muito propriedade que vem a ser "Assistencialismo, Clientelismo e Fisiologismo, culminando com a Prostituição. Cita que que os três fenômenos acontecem quando o eleitor e político mantêm uma relação promíscuo. Quando o voto é oferecido em troca de dinheiro ou quando favores são oferecidos em troca do voto. Vai ainda além, citando que Assistencialismo é ajudar o cidadão com os seus próprios direitos. É oferecer o dever do Estado como favor e com o objetivomde receber alguma contrapartida, o voto. É abuso de poder e uma forma perversa de dominar o outro.
O Clientelismo por sua vez é a utilização da máquina pública, para privilegiar alguns em detrimento de outros. O Clientelismo também é perverso, porque imobiliza e amordaça o beneficiado que não deve ter opinião, sobretudo se ela for contrária ao pensamento do chefe. Nada mais é do que um despachante, ou até, um traficante de influência. Não há necessidade de ser um gênio para perceber que esse fenómeno é a mola mestra da corrupção política.
O Fisiologismo é outra prática comum, é o assistencialismo e o clientelismo praticado nos bastidores do poder. É o político que não fiscaliza os atos do executivo estadual, municipal ou federal, porque ele é também um dos beneficiados das tramoias, por ter um caminhão, um trator agregado, ter filhos e parentes nomeados, mamando das tetas do Estado, por isso, tem que ficar calado. Tem ainda o eleitor que pede favores aos políticos para custear funerais de parentes, patrocínio para festas, conseguindo ônibus, abastecendo de combustível o tanque de veículos, em troca da colocação de adesivos no vidro do carro, entre outros absurdos. Tudo isso precisa acabar se desejarmos uma Nação promissora e leal para com os seus cidadãos.