terça-feira, 5 de maio de 2009

ACESSO À UNIVERSIDADE POR COTA/RAÇA

Chegamos com certeza ao fundo do poço quando nos reportamos ao assunto educação e ao acesso ao terceiro grau. Com certeza os pilares ainda não estão suficientemente fortes para a sociedade e nossos congressistas, avaliarem o que é verdadeiramente justo para esse acesso: pobres, brancos, negros, pardos; brancos pobres, negros pobres, pardos pobres, mestiços pobres e por ai vai como um "samba do crioulo doido". Não era para ser assim! Com certeza, os que realmente, diante de toda a sorte de dificuldade, põe o seu estudo e a sua educação acima de tudo, não mereciam o constrangimento de assistirem esse contra-senso; incluindo ai os pais e responsáveis por aqueles que desejam e querem continuar estudando; família unida, uma aliada na condução desse objetivo que é parte integrante do crescimento educacional. Infelizmente, mais uma vez, sentimos que estamos diante de congressistas comprometidos com rumos diferentes para a educação no País. Os nossos mestres, neste instante, deveriam ser mais respeitados, servindo inclusive como instrumento principal da decisão deles, a fim de que tenhamos qualidade no último ciclo educacional.
Se vamos criar cotas, porque nas as criamos para aqueles que desejam continuar estudando e não dispõem de situação financeira à altura, sejam eles brancos, negros, mestiços ou pardos. Contudo, o mais importante para o acesso, deve ser o mérito individual.