domingo, 28 de dezembro de 2008

A ETERNIZAÇÃO DO DIZER E DA PALAVRA

Ficaríamos aqui até não quando, pensava eu lá com os meus botões - tempo: sim o tempo; que dita todos os nossos movimentos e ações - tudo em nossa vida; tudo mesmo!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

HOMOSSEXUAIS - CASAMENTO(2)

O assunto está em voga, no entretanto, como me pronunciei na revista Marie Claire, se a favor ou contra o casamento entre homossexuais ? Por quê ?, vai aí, o que havia dito naquela oportunidade, cujo pensamento, ratifico: "Sou favorável à felicidade e sonhos de todos os homens - casamento só entre homem(macho) e mulher(fêmea) - conforme consta dos ensinamentos cristãos. Para pessoas do mesmo sexo que se correlacionam com mais ardor, a lei, deveria estabelecer contrato que garantiria a ambos. Casamento, não.
A liberdade em toda a sua extenção é o bem maior do ser humano, que também tem o direito de ser feliz da maneira que melhor lhe convier. Assim, creio, que nos casos de duas pessoas do mesmo sexo desejarem desfrutar de uma segurança maior, para o futuro ou mesmo diante da sociedade e da leis, faça-se um contrato, com todas as regras pactuadas e que satisfaça aos dois. joe gazio,dez/2008

domingo, 21 de dezembro de 2008

FALANDO DA ANTIGÚIDADE E DE ANTIGAMENTE

Patético falar neste instante sobre o que ocorreu na antigüidade. Depois de passar os olhos no que o Mainardi escreve em seu blog e na Veja, verificamos que ele já está meio de saco cheio de tudo e com certeza num estado que só posso chamar de sofreguidão com o estado das coisas por aqui. Lendo ainda as análises políticas do O Globo, de sentir a insatisfação perene da Lya Luft, sentimos que todos, acham o momento intolerável, mas que nem sempre pode ser dito. Continuo minha leitura de "Minhas Viagens com Heródoto", do polonês Ryszard Kapuscinski(eta nome complicado!), que narra momentos e experiências fantásticas como correspondente internacional da Polônia. Formado em jornalismo na Polônia do pós-guerra, sem dominar o inglês, vai desvendando os mistérios do que vê e escuta, durante as suas andanças. Os mistérios da India; vicenciou o final da política das 100 flores, na China de Mao-Tsé-Tung e o despertar da África, que após 300 anos de submissão ao Novo Mundo, alcançara a liberdade, mesmo com alguns entraves. Não pára por aí, o autor preescruta o que acontecia nos anos 50 e 60 e busca no clássico HISTÓRIA, um calhamaço com mais de 1000 páginas, escrito pelo grego Heródoto, mais de 2500 anos atrás, relato fiel do que acontecera. O jornalista e escritor polonês, vê nos calhamaços HISTÓRIA, uma Grande Reportagem da História do Jornalismo, senão, a maior de todas. A narrativa do início dos conflitos Ocidente x Oriente, séculos antes de Cristo, chamou-lhe atenção ainda a disputa entre Gregos e os Persas - a diversidade de agir e pensar dessas civilizações que ficaram no passado, O já famoso História, acaba servindo de uma espécie de "salva-vidas", diz o escritor. Curioso das coisas do seu mundo, se infiltrou nas camadas sociais por onde andava e passou a conhecer mais os gregos. As constantes indagações que fazia, sempre com uma disposição invejável, ajudava-o na formatação e delineamento das respostas obtidas durante a viagem. Seguia quase à risca, os registros de Heródoto - por onde passava Heródoto, não deixava passar nada, sem fazer uma descrição e narrativa. Se juntava a isso, a sua própria interpretação dos povos por onde passava, sua cultura, sua filosofia e a maneira de se conduzir na política. Assim, na prática e vivenciando os diferentes momentos, formatava o perfil o seu perfil jornalístico. Esse resultado do encontro dos dois mundos, a Antigüidade e o Contemporâneo, conflitam numa narrativa, exemplo disso são os trechos de Thomas Mann, Hemmingway e outros. A sua leitura é antes de tudo uma grande lição de vida e uma Grande Reportagem - uma aula magna de história e ensinamento do que é aventurar-se na busca de resultados. Busca e escolha de trilhas não muito direcionadas, com o risco e o mêdo do desconhecido.
Chego a esse ponto, convicto que a jornada passada muito contribuiu para o pensamento nos nossos dias - por vezes desastrosas e inverossímil. Os relatos do livro, no entanto, serviriam para deixar um legado para o futuro, com o repasse dos ensinamentos e posicionamento dos povos. Hoje, temos a certeza, que Karl Marx, quando reproduzia o seu pensamento sobre Mercado, Trabalho e Liberdade, conhecia as diferenças existentes entre si, criando uma fronteira para a análise das sociedades oprimidas, sem liberdade e oportunidades, mostrando ao homem, a importância da consciência de saber discernir o que pode ser melhor para o próprio homem, para a sociedade e para o estado. O futuro teria que ser mais pensado e dialogado. Pensamentos e ações contrárias ao bem estar de uma sociedade, podem transformar-se num grande exército do mal, perigoso para uma nação, principalmente, se começar dentro da própria pátria.
O poder dominante, dia menos dia, fora desse paradigma, cairá em desgraça, mas o pior, é que todos serão atingidos ficarão quase sem alternativas. Fica bastante claro no seu conteúdo, nos convencendo de tal, que a desigualdade social desenfreada, é maléfica e o seu contraditório é capaz de induzir as massas a deliberarem tomadas de decisão, que podem conduzir a loucuras e desatinos, ferindo mortalmente, os nossos ânseios de igualdade e fraternidade. Por isso, devemos, sempre buscar o entendimento e a solução equilibrada dos conflitos. O nosso mundo contemporâneo, que não fica muito longe dos pensamentos de Kafka, que não relutou em afirmar que "Tudo oferecemos, mas nada confirmamos". Buscamos nos dias de hoje as respostas - respostas que têem que ser aquelas que desejamos; ufanismo, não. Pura realidade. O mundo está saturado de situações confusas e conflitantesm na maioria, impossíveis de serem absorvidas, que causam estranheza e esgotam o nosso campo de percepção e entendimento.
Vímos recentemente, em pleno século do SABER e do ENTENDIMENTO, um único homem surpreender o mundo, utilizando, com completa insensatez, o ódio, através de um TERRORISMO que não deu oportunidade a pessoas iguais e levou à cabo a sua diabólica decisão, matando, sem nenhuma chance, 3000 pessoas, que trabalhavam ou se deslocavam para tal, numa atitude hostial e sem precedentes. Diantae da boa fé das pessoas, utilizou aeronoves do próprio país para atacá-lo e destruir vidas e bens, num gesto covarde que a todos revvoltou - 11 de setembro de 2001 - não ficará só na memória dos americanos, mas de todo o mundo. O mundo viu o início de uma NOVA ERA, era do "Terrorismo" no Planeta Terra. Podemos dizer que o GRANDE CASTELO foi por terra! Após essa desgraça, que ceifou a vida de tantos, os governantes da América do Norte, criaram um motivo e um "bode expiatório" - o motivo: o enriquecimento de urânio e a criação da bomba atômica e o bode expiatório, Sadam Hussem, do Iraque. Pensavam que acabariam com o Bin Laden, na pessoa do seu pivó, que as torres gêmeas do World Trade Center, marco da tecnologia e da grandeza, ícones do poderio americano, seriam justiçados. Velhos escritos deveriam ser lidos. Talvez, evitássemos muitas das desgraças que estamos assistindo. Conclamamos com urgência a busca dos ensinamentos do passamos e de suas narrativas, com o intuinto de amenizarmos a nossa passagem pelo Planeta Terra. joe gazio/2008